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terça-feira, 29 de maio de 2012

Meu maravilhoso Dia da Toalha!

*Da série: posts que saem depois do previsto porque eu fico esperando fotos que estão na câmera dos outros*
*No caso, demorou e eu desisti; vou colocar as que tenho.*
Nail art inspirada no livro. Ficou liinda!
Nail art inspirada. Clica que aumenta!
     Na última sexta-feira, 25 de maio, foi comemorado o Dia da Toalha e Dia do Orgulho Nerd, como expliquei aqui. Para celebrar, todos que se identificam como tal saíram da TARDIS (assim como homossexuais saem do ármário, como diz a @CahLac) e assumiram suas paixões, usando camisetas, bonés e outros artigos específicos. Quem leu O Guia do Mochileiro das Galáxias aproveitou o dia para ir às ruas com sua toalha!
   Foi hilário, a partir do momento em que saí de casa. As pessoas na rua me olhavam e eu só conseguia rir! Como disse anteriormente, era uma piada interna (até demais!).
Não tô na foto! ;P O povo da sala todo à caráter.
Nos confundiram com o
 "povo do teatro". u_u
    Chegando no Instituto onde estudo, tinha grandes esperanças de que outras pessoas se manifestassem com sua toalha em mãos, o que não aconteceu. Os únicos que estavam com ela – e seus outros artigos nerds – era o povo da minha sala. #fail
   Fazia tempo que eu não surtava assim; foi um dia de muito papo cabeça, falando os usos mais impossíveis para nossa toalha, discutindo seriados e tudo mais. Fazemos isso no dia a dia, mas o contexto deu uma força maior à conversa.
   Por fim, eu saí de casa com uma roupa normal, de mochileira, com uma mochila, minha toalha, o penteado da princesa Leia de Star Wars e o batom ao estilo Padmé Amidala. A toalha se revezou entre capa (de super-heroi, pois é) e xale. Meu botton de Jogos Vorazes veio à calhar! :D
C'est moi. Tô tentando ficar séria!
A Ana Flávia, com a camiseta do Lanterna,
é a única pessoa que conheço pessoalmente
 que gosta de Doctor Who. A própósito, ela também
 AMA me contar spoilers. D:
   Enfim, o dia foi ótimo, e percebi que os ~~nerds~~ aproveitaram para fazer zona! Vide foto abaixo…
A MELHOR coisa dessa foto é a cara dos outros, que não estão participando... xD
 
   Quem quiser ver mais postagens sobre isso, a Camila fez um vídeo no The Review Kingdom! \o/
   Mais alguém fez #alok e comemorou o Dia da Toalha?

sexta-feira, 25 de maio de 2012

De volta pra estante #55: Praticamente Inofensiva

– Olha, se tem uma coisa que a vida me ensinou – disse Tricia – é jamais voltar para buscar a bolsa.

 Praticamente Inofensiva Nome: Praticamente Inofensiva

Autor: Douglas Adams.

Editora: Sextante.

Comprar: SubmarinoSaraivaFNAC

   Vocês não têm ideia de como é difícil fazer a resenha de um livro que é uma Mistureba Generalizada de Todas as Coisas. Bom, sendo ficção científica, já dá pra esperar que não terão personagens convencionais, e tempo e espaço serão elementos relativos!

   Na época de seu lançamento, muitos críticos tomaram Praticamente Inofensiva como um livro independente da série O Guia do Mochileiro das Galáxias – isto porque há um vácuo de 13 anos entre ele e o até então último livro. É de se estranhar, de fato, o começo: conhecemos Tricia, que a princípio pensei estar com o nome errado – afinal, nos livros anteriores convivemos com Trillian, o ponto de equilíbrio entre Ford Prefect e Arthur Dent. Tricia é uma repórter ambiciosa, que vive com uma frustração: ter voltado para buscar sua bolsa em uma festa. Ela perdeu a chance de sua vida, mas pode estar prestes a retomá-la…

   Ford retorna para a sede do Guia, e descobre que ele mudou de dono; além disso, seu cargo passa a ser de crítico culinário. Já Arthur está perdido pelas galáxias, sem nenhum conhecido, em um planeta no qual porcos são um nível mais civilizados que os nossos, mas ainda assim selvagens. O cenário total é uma bagunça, comparado com o que conhecemos no primeiro volume. Eu nunca imaginei que Ford e Arthur, mesmo com todas implicações, fossem se separar um dia.

   Três vivas à uma nova personagem, que me fez cair pra trás quando apareceu tão randomicamente… E o final foi uma bomba! O que era aquilo?! Para mim, não houve melhor maneira para encerrar a aventura (apesar de superar todas expectativas. TODAS.).

   Recentemente, Eoin Colfer, autor de Artemis Fowl, escreveu E Tem Outra Coisa… . Não acho uma coisa muito legal de se fazer (imaginem quando J.K. Rowling morrer, algum autor badalado empolgar e escrever uma continuação de Harry Potter??). Pra mim, a série acabou aqui, com Douglas. Colfer pode ter escrito algo relacionado com a obra, mas no nível de spin-off.

   So long… and thanks for all the fish, Douglas Adams!

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Toalhas a postos!

   Você está preparado para o Dia da Toalha? É amanhã!
   Tudo começou com Douglas Adams, autor da série O Guia do Mochileiro das Galáxias. A série de ficção científica é referência quando se fala no assunto! Para homenagear o autor, morto no dia 11 de maio de 2001, os fãs decidiram que duas semanas depois (para dar tempo de se organizar e tudo mais) eles iriam comemorar o Dia da Toalha, defendido como o item mais importante de um mochileiro. Veja a explicação, num trecho do livro:
O Guia do Mochileiro das Galáxias faz algumas afirmações a respeito das toalhas.
Segundo ele, a toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon; pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth; pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (um animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você ― estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz); você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro; e naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa.
Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele tem também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos, garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de chuva, traje espacial, etc, etc. Além disso, o estrito terá prazer em emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos, ou muitos outros, que o mochileiro por acaso tenha "acidentalmente perdido". O que o estrito vai pensar é que, se um sujeito é capaz de rodar por toda a Galáxia, acampar, pedir carona, lutar contra terríveis obstáculos, dar a volta por cima e ainda assim saber onde está sua toalha, esse sujeito claramente merece respeito.
   Na mesma data é celebrado o Dia do Orgulho Nerd!
   Para participar, não fazemos passeatas ou manifestações; basicamente, o movimento se resume em carregar uma toalha consigo durante o dia. Pode-se levar o Guia junto. Aí o modo de usá-la vai de acordo com suas preferências: no ombro, tipo “estou indo pro banho”, enrolada na cabeça como se estivesse secando os cabelos, capa de super heroi…
   No ano passado eu participei, e foi muito divertido! Tipo uma piada interna.
   Leve a sua para o trabalho, para a escola, faculdade. Não se intimide com os olhares estranhos! ;D
   Amanhã eu volto pra comemorar!
Não entre em pânico e carregue uma toalha!

domingo, 30 de janeiro de 2011

Knockin’ on Miriam’s door #1

   Minha casa tá longe de ser um paraíso, mas ainda sim eu recebo encomendas! Sempre que eu comprar alguma coisa isso vai vir pra cá.
   E o título é uma clara alusão à música “Knockin' On Heaven's Door”, do Guns N’Roses! Se você não conhece a música, pode vir aqui e ouví-la. É um clássico! Eu tive a ideia porque dia desse tava passando uma versão em português da música no rádio, na voz do Zé Ramalho, que não gostei. E eu estava esperando uma encomenda, então combinou tudo! O cara da encomenda faz “knock knock” na minha porta, entendeu?


   A tal da encomenda era uma série de livros que eu estava de olho a algum tempo, e então, nesse fim de ano, entrou de promoção no Submarino. Esperei que o preço abaixasse, pelo menos depois do Natal, o que não aconteceu. Aqui está ela:

fundo

   O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams! *—*’

 Quando eles chegaram eu fiquei até surpresa, pois os livros são fininhos!

img
Uma coisa me intrigou muito, e chega a ser curioso, pra não falar engraçado: a capa do primeiro livro tem escrito assim:
Aniversário Beatriz 2011 046
Volume Um da Trilogia de Cinco?!
   Junto com essa encomenda veio O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Bronté. Minha mãe que quis, aí eu comprei junto, pra ficar frete grátis. Só não bati foto porque ela já leu e emprestou pra minha tia, mas a versão é a mesma do link acima.

   Beijos!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

De volta pra estante #8: O Guia do Mochileiro das Galáxias.

O Guia do Mochileiro das Galáxias é um livro realmente admirável. Há muitos anos que vem sendo escrito e revisto, por muitos redatores diferentes. Contém contribuições fornecidas por inúmeros viajantes e pesquisadores.

   E eis o que é o Guia. Um conjunto de verbetes sobre todos os assuntos. Todos. Do universo inteiro. Imagine a Wikipédia, só que uma versão que engloba todas as Wikipédias de todos os planetas e galáxias. Que tal? Grande, né? Sorte que esses textos estão na versão virtual…

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Nome: O Guia do Mochileiro das Galáxias
Autor: Douglas Adams.
Editora: Sextante.
Sinopse: Considerado um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, O Guia do Mochileiro das Galáxias vem encantando gerações de leitores ao redor do mundo com seu humor afiado.
   Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect.
   A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do Mochileiro das Galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário.
   Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da "alta cultura" e de diversas instituições atuais. Seu livro, que trata em última instância da busca do sentido da vida, não só diverte como também faz pensar.

   Primeiro, gostaria de comentar algumas coisas que estavam escritas no prefácio do livro: o autor, Douglas Noel Adams, se considerava o próprio DNA: ora, vejam o que as primeiras letras do nome dele formam. Além disso, ele nasceu nove meses antes do anúncio desta descoberta da ciência. Muito curioso, não?
   O livro conta a história de Ford Prefect, um betelgeusiano que resolveu revisar e aumentar o acervo do Guia do Mochileiro. Para tal ele deve percorrer toda a galáxia, observando todos seus aspectos; desde o comportamento dos seres até sua alimentação. Ele chega na Terra por meio de uma carona, e acaba ficando preso aqui por 15 anos. O cara tem que se acostumar, né? Ele se disfarça de ator desempregado, e acaba achando em Arthur Dent um amigo muito fiel.
   Eis que um dia Ford, com um de seus aparelhos extraterrestres, percebe a chegada de vogons, uns seres muito indesejáveis. Se eles estivessem vindo pra Terra, este seria o fim do planeta, inevitavelmente. E também a chance dele voltar a percorrer o espaço.
   Como um bom amigo, Ford salva Arthur do fim iminente, levando-o consigo pela longa jornada, reescrevendo o Guia do Mochileiro das Galáxias. Muitas, mas muitas, surpresas os aguardam. Afinal, “o espaço é grande. Grande, mesmo. Não dá pra acreditar o quanto ele é desmesuradamente inconcebivelmente estonteantemente grande. Você pode achar que da sua casa até a farmácia é longe, mas isso não é nada em comparação com o espaço.”(introdução do Guia do Mochileiro das Galáxias).
   O que faz deste livro uma leitura tão prazerosa é como ele foi escrito: cheio de sarcasmo e tiradas engraçadíssimas. Críticas sociais disfarçadas é o que não falta. E os comentários a respeito do comportamento humano são imperdíveis!
   Você pode aprender com o Guia também. Já se imaginou viajando com apenas uma mochila nas costas? O que você acha que não pode faltar? Ah, meu caro e minha cara, leiam o livro e descubram, e vejam se o DNA não tem razão…


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