Não dá outra: todo fim de Maio eu tenho que ouvir essa música. É como comer ovos de chocolate na Páscoa! ;)
Essa é a versão acústica, do DVD (que também é ótimo!).
O clipe original
Bom fim de Maio!
| Nail art inspirada. Clica que aumenta! |
| Nos confundiram com o "povo do teatro". u_u |
| A Ana Flávia, com a camiseta do Lanterna, é a única pessoa que conheço pessoalmente que gosta de Doctor Who. A própósito, ela também AMA me contar spoilers. D: |
Já teve algum casal que você torceu muito, achou que tinha diversas evidências de que eles ficariam juntos e no final a(o) autor(a) os separou? Ou então algum fanonship muito improvável? Definitivamente, <spoiler> Katniss e Gale </spoiler>, de Jogos Vorazes. Shipo eles DEMAIS! E o fim acabou com isso.Quem me apoia?
Não consigo shipar casais improváveis, eles costumam ser… muito fora do comum! xP
– Olha, se tem uma coisa que a vida me ensinou – disse Tricia – é jamais voltar para buscar a bolsa.
Nome: Praticamente Inofensiva
Autor: Douglas Adams.
Editora: Sextante.
Vocês não têm ideia de como é difícil fazer a resenha de um livro que é uma Mistureba Generalizada de Todas as Coisas. Bom, sendo ficção científica, já dá pra esperar que não terão personagens convencionais, e tempo e espaço serão elementos relativos!
Na época de seu lançamento, muitos críticos tomaram Praticamente Inofensiva como um livro independente da série O Guia do Mochileiro das Galáxias – isto porque há um vácuo de 13 anos entre ele e o até então último livro. É de se estranhar, de fato, o começo: conhecemos Tricia, que a princípio pensei estar com o nome errado – afinal, nos livros anteriores convivemos com Trillian, o ponto de equilíbrio entre Ford Prefect e Arthur Dent. Tricia é uma repórter ambiciosa, que vive com uma frustração: ter voltado para buscar sua bolsa em uma festa. Ela perdeu a chance de sua vida, mas pode estar prestes a retomá-la…
Ford retorna para a sede do Guia, e descobre que ele mudou de dono; além disso, seu cargo passa a ser de crítico culinário. Já Arthur está perdido pelas galáxias, sem nenhum conhecido, em um planeta no qual porcos são um nível mais civilizados que os nossos, mas ainda assim selvagens. O cenário total é uma bagunça, comparado com o que conhecemos no primeiro volume. Eu nunca imaginei que Ford e Arthur, mesmo com todas implicações, fossem se separar um dia.
Três vivas à uma nova personagem, que me fez cair pra trás quando apareceu tão randomicamente… E o final foi uma bomba! O que era aquilo?! Para mim, não houve melhor maneira para encerrar a aventura (apesar de superar todas expectativas. TODAS.).
Recentemente, Eoin Colfer, autor de Artemis Fowl, escreveu E Tem Outra Coisa… . Não acho uma coisa muito legal de se fazer (imaginem quando J.K. Rowling morrer, algum autor badalado empolgar e escrever uma continuação de Harry Potter??). Pra mim, a série acabou aqui, com Douglas. Colfer pode ter escrito algo relacionado com a obra, mas no nível de spin-off.
So long… and thanks for all the fish, Douglas Adams!
O Guia do Mochileiro das Galáxias faz algumas afirmações a respeito das toalhas.Na mesma data é celebrado o Dia do Orgulho Nerd!
Segundo ele, a toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon; pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth; pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (um animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você ― estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz); você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro; e naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa.
Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele tem também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos, garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de chuva, traje espacial, etc, etc. Além disso, o estrito terá prazer em emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos, ou muitos outros, que o mochileiro por acaso tenha "acidentalmente perdido". O que o estrito vai pensar é que, se um sujeito é capaz de rodar por toda a Galáxia, acampar, pedir carona, lutar contra terríveis obstáculos, dar a volta por cima e ainda assim saber onde está sua toalha, esse sujeito claramente merece respeito.