terça-feira, 3 de setembro de 2013

De volta pra estante #99: Stardust – O mistério da estrela.

 

#98 - Stardust

 

Nome: Stardust – O Mistério da Estrela

Autor: Neil Gaiman.

Editora: Rocco.

Comprar: SubmarinoSaraivaCultura.

 

“(…) todo enamorado, no fundo do coração, é um enlouquecido, e, na cabeça, um menestrel.”

   Stardust é, até hoje, um dos meus filmes preferidos. Eu não sabia que tinha livro, e provavelmente não teria lido se não fosse do Neil Gaiman. :D

 

   Muralha é um povoado que está entre a Londres vitoriana e a Terra Encantada. Do outro lado do muro que dá passagem para a Terra Encantada acontece, a cada nove anos, uma feira de artigos mágicos – que é visitada por pessoas das mais diferentes localidades (sejam elas reais ou não). Esse é o principal momento de interação dos pacatos habitantes de Muralha com o resto do mundo.

   Tristan Thorn foi gerado em uma das edições desta feira, ainda que não saiba disto. Sua vida é como a de todos ao seu redor, a começar pela paixão pela bela Victoria Forester. Quando ele resolve se declarar, ela impõe uma condição: ele deveria trazer uma estrela, e daí ela lhe concederia o que ele desejasse.

   Por isso, o jovem parte para desbravar as terras encantadas e desconhecidas, descobrindo que tem um incrível senso de direção, e não estranhe as situações peculiares que surgem pelo caminho.

   A estrela caída veio parar na terra por conta da morte de um rei(e eu gostei muito de saber a relação entre os dois fatos, coisa que não havia percebido no filme). Os três herdeiros precisam encontrá-la e pegar a joia que ela carrega, pois isso lhes dariam o trono.

   Por fim, três bruxas desejam o coração da estrela, para que possam recuperar sua vitalidade e o poder dos tempos áureos. Que comece a caçada…

 

   Este livro é um conto de fadas, o que não quer dizer que seja para crianças. De fato, nos agradecimentos, o autor diz que seus filhos não o ajudaram em nada, e ele aprecia isto. Diferentemente de ler os clássicos Cinderela, Branca de Neve e Rapunzel, nossa inteligência não é subestimada. Quer ler uma história que te remeta à infância, mas que não te trate assim? É essa!

   Leitura obrigatória para todos que cresceram, mas ainda gostam de se encantar com bruxas, cavaleiros, unicórnios… E mesmo que já tenha visto o filme muitas vezes, garanto que a experiência não será prejudicada – você deixa de ser um expectador, e passa a ser o diretor da própria história, recriando tudo na sua cabeça. ♥

domingo, 1 de setembro de 2013

O mês que passou… Agosto/2013

Esta coluna foi inspirada no Garota Que Lê, que por sua vez se inspirou na Audrey, e que eu vi na Kellen. Aqui será recapitulado o que se passou no blog no mês passado!

Lidos em Agosto:

  1. O Teorema Katherine, John Green;
  2. A Livraria 24h do Mr. Penumbra, Robin Sloan;
  3. Bruxos e Bruxas, James Patterson e Gabrielle Charbonnet;
  4. Madame Charme, Jennifer L. Scott;
  5. Cidade dos Ossos, Cassandra Clare.

 

Resenha de Agosto:

   Pensei que tinha lido muito menos nesse mês, mas tá bom. Demorei bastante em Madame Charme porque não queria que acabasse; já o livro de Robin Sloan se demorou mais do que eu gostaria.

 

Livro favorito de Agosto:

Madame Charme!!! ♥

 

Feitos do mês:

. Fiz uma camiseta de ACEDE pra mim! Tirei foto do passo a passo, e provavelmente postarei o tutorial. Estreei no Clube do Livro, que  foi sobre Bruxos e Bruxas:

A Novo Conceito e a Cia das Letras apoiaram o evento com brindes e livros! :D. Consegui um estágio no Laboratório de Química do Instituto! Pensei que ia brincar de Dexter, mas acabei descobrindo que as coisas são sérias (explosões, reações que não dão certo…);

. Conheci uma garota mexicana e uma húngara; acompanhei-as em uma ONG, traduzindo o que falavam, e estamos amiguinhas! :3 (uma vez saímos e acabamos passando a noite na FNAC, olha eu e minhas más influências… hahaha);

. Dei uma arrumada na minha estante, tirei alguns livros e troquei no Skoob Plus! Nunca tive tantos créditos pra gastar.

 

Goodbye, Agosto!

   Passou bem rápido, exceto pela última semana! Foi menos pior do que imaginei, então tá tranquilo.

 

Hello, Setembro!

   *animada* *animada* *animada* Descobri em mim um lado otimista e focado em soluções (e não nos problemas), o que tem deixado a vida mais fácil. Minhas capacidades de escolhas melhoraram muito, o que influencia diretamente na eleição de prioridades, me fazendo sofrer menos. Acabou que Setembro já começou menos doloroso que os outros meses, porque sei lidar melhor com todas situações que me aparecem (que não são poucas).

  (esse era o espaço de falar as expectativas pro mês? ah, divaguei) (expectativas: melhor não criar)

Começo o mês lendo…

   “A Idade dos Milagres”, que comprei por uma bagatela na FNAC. Deveria ter lido ele em Agosto, porque na história os dias ficam mais longos, e as pessoas precisam aprender a lidar com todas alterações que isso traz… (impressão deixada pelos primeiros 4 capítulos)

# - A idade dos milagres   A capa dele brilha no escuro! *-*

   Espero que seu Agosto não tenha sido desgostoso! :D

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Um trauma absurdo.

   Há pouco mais de dois anos, passei a morar em um apartamento. Nem vou entrar no mérito da questão de que foi um choque pra mim – que sempre morei na mesma casa, que tinha quintal, varanda e jardim frontal, etc. Agora tinha que restringir minhas atividades, seguir leis de silêncio… e depender do elevador.

   O prédio é bem tradicional, e os elevadores não são os mais modernos do mundo.

Vista diária   Tá vendo essa janelinha? É o máximo que alguém consegue ver dentro do compartimento sem abrir a porta.

   Ok.

  Nos anos áureos da minha infância/pré-adolescência, eu encontrei um livro na biblioteca e, por não ter nada melhor pra ler, peguei-o. Ele é tão antigo que não achei referências na internet, a não ser essa foto de um vendedor do Mercado Livre:

   Faz muito tempo que li, então me permitam fazer uso da sinopse disponibilizada pelo mesmo vendedor:

Mauro e Leandro, ambos ascensoristas no edifício Império, se desentendem e, um dia, acabam brigando, entrando em luta corporal.  Leandro andava nervoso nos últimos dias, o que foi comentado pelo próprio porteiro do edifício. Acabada a briga, Mauro foi para o terraço do edifício, para o intervalo do lanche. Então, dirigiu-se ao elevador. Quando a porta abriu, Leandro estava lá dentro, caído num canto... morto!" (PETRY, Zahyra de Albuquerque. Um morto no elevador. São Paulo: Pégasos, 1991).

   Poderia ser mais uma leitura vespertina e juvenil, mas alguma coisa  me marcou, porque desde então trago esse trauma comigo: todas manhãs, quando estou saindo pra faculdade (o dia mal amanheceu, tá aquele silêncio sepulcral…), meu coração dá um pulo de ansiedade ao abrir a porta do elevador. Sempre olho com apreensão para o chão; não consigo evitar.

   A ficha só caiu na manhã de ontem, quando mais uma vez passei pelo frio na barriga e me perguntei de onde vinha isso.

 

   Livros: modificando aspectos singulares do seu cotidiano desde o século 15.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Resultado do sorteio “Após a Tempestade”.


   E a vencedora do sorteio do livro “Após a Tempestade” é…
Resultado   Parabéns, Aline! Você tem 48h para responder o email que lhe foi enviado. ;)
   Caso ela não responda, um novo sorteio será realizado.
   Agradeço a participação de todos, e fiquem atentos – em breve eu lançarei outra promoção.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

O mundo é das trilogias! – parte 2.

Um é pouco, dois é bom...

   Continuando a lista de trilogias que preciso terminar de ler, temos:

Divergente

Divergente. #3: Allegiant.

   Senti quase a mesma coisa do final de Em Chamas, quando terminei de ler Insurgente. Só que, com Jogos Vorazes, todos os livros estavam comigo e pude me saciar minha curiosidade. Agora, ainda preciso esperar Allegiant sair nos Estados Unidos!! Provavelmente me juntarei a outros amigos e comprarei em inglês.

 

Destino

Destino. #3: Conquista.

   Quando me lembro dessa série, me vem à cabeça a imagem de ventos que balançam os cabelos e deixam um perfume no ar. A leitura é tão leve e cativante! O final de Travessia teve um pouco de ação, e prevejo isso para o desfecho. O que será dos meus personagens?? ♥

   Mais um que tava previsto para o meio do ano e já foi adiado, deus sabe pra quando.

 

Estilhaça-meEstilhaça-me. #3: (ainda sem nome)

   O fim da série ainda não tem nome e, mesmo tendo passado raiva no segundo volume, preciso saber como termina. Já cheguei até aqui mesmo…

 

Delírio

Delírio. #2: Pandemômio – #3: Requiem.

   Sou apaixonada nesses livros; lembram Destino, só que com mais intensidade! O segundo volume já foi lançado aqui no Brasil, mas estou reservando para quando estiver precisando de uma dose de livro bom (e porque o último não saiu aqui ainda, haha).

 

Por hora, são esses que têm tirado meu sono – e a qualquer momento a lista pode crescer. Já cansei de começar alguma obra, inocentemente, me desesperar porque o final se aproximava e não haviam páginas suficientes, e depois perceber que a continuação sai em outro volume! Isso que é gostar de sofrer…

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

De volta pra estante #98: Travessia.

 

#97 - Travessia

 

Nome: Travessia

Autora: Ally Condie.

Editora: Suma de Letras.

Comprar: SubmarinoSaraivaFNAC.

“Porque no fim nem sempre dá pra escolher com que coisas podemos ficar. Só podemos escolher como as deixamos ir embora.”

 

   Destino entrou em minha vida por conta da capa legal e do marketing feito pela editora na época. Gostei muito, e decidi que essa série não pararia em casa, para que mais pessoas lessem: como consegui o primeiro em uma troca, ele foi embora da mesma maneira. Enviei Travessia com muita dor no coração.

 

   O livro todo se baseia no título – realmente é uma travessia, os personagens estão sempre em movimento. A princípio, Cassia está procurando por Ky, que foi deixado em uma aldeia fantasma como isca para que os inimigos da Sociedade atacassem. Quando por fim eles se encontram, o caminho passa a ser para se juntar aos rebeldes.

 

   Falando assim, até parece que a história é sem graça… porém não! Este volume tem a narração dos capítulos alternadas entre Cassia e Ky. Novos personagens são trazidos, e eles têm personalidade, não se contentando em ser figurantes. Também reencontramos alguns que foram deixados para trás, e voltam com segredos a serem desvendados.

   Amei cada página, e não sofri as dores do segundo livro – quando os autores resolvem enrolar a história até chegar no final (hei, Liberta-me, estou olhando para você!). Ally Condie se propôs a escrever uma trilogia, e assim tem sido feito. Da metade pra frente, fiquei em permanente estado de suspense, por mais que tudo parecesse estar bem.

   Conquista, o último livro da série, tinha previsão de lançamento agora em Julho, mas foi adiado e não sei pra quando. :(

sábado, 10 de agosto de 2013

O mundo é das trilogias! – parte 1.

Tem vezes que dá pra pensar o mesmo de certas séries...

   Já sabem que eu não curto ler séries por conta da minha ansiedade – odeio lidar com não-finais.

   Tsc, tsc, como se isso fosse me impedir de ler…

   Parei para analisar o que tem me deixado nervosa, que histórias ainda não foram concluídas… e só tem trilogias! A maioria, de distopia. São tantas que achei melhor dividir o post em duas partes:

 

A Seleção

A Seleção. #3: The One.

   Ainda bem que a Editora Seguinte se compromete a lançar os livros logo… Essa série nem estava na minha lista de leitura, mas ouvi alguns amigos falarem tanto que peguei os dois primeiro volumes emprestados – e em três dias já estava louca atrás do final. É uma distopia que se passa em um conto de fadas! Muito cativante e ótimo de ler.

 

My Land

My Land. #3: Luz.

    Série antiga que não é muito valorizada pela editora. Tô há quase dois anos esperando o final! Lembro de passar noites em claro, lendo e com medo de dormir. Nunca havia tido contato com histórias de suspense/thriller, e fique abalada, haha.

 

Sereia

Sereia. #3: Dark Water.

   Tenho um fraco por sereias! Sou apaixonada por essa saga, em específico, porque é bem escrita (diferente da Watersong, da Amanda Hocking –.–’) e envolvente, além de ser YA. O lançamento estava previsto para o meio do ano, mas já foi adiado pro final… Ai, essas editoras. 

 

   Você também tá na espera por algum desses livros? Te desafio a analisar suas séries interminadas e observar essa estranha coincidência. 

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Promoção: “Após a Tempestade”

Sorteio Após a Tempestadee

   Depois da resenha do Ygor sobre este livro, você não vai perder a oportunidade de ganhá-lo, certo? Então participe da promoção! O resultado sai dia 23/08, tanto aqui quanto no Leitor Maníaco, blog dele.


a Rafflecopter giveaway

   Boa sorte!

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

De volta pra estante #97: Cilada.

 

#96 - Cilada 

Nome: Cilada

Autor: Harlan Coben.

Editora: Arqueiro.

Comprar: SubmarinoSaraivaCultura.

“A gente vem ao mundo e sai por aí, colidindo com os outros. E, nessas colisões, às vezes alguém se machuca. É assim que as coisas funcionam.”

   Minha primeira experiência com romances policiais contemporâneos foi com Desaparecido Para Sempre, também de Harlan Coben. Gostei muito, e sabia que outra leitura dele seria acertada. Acabei guardando Cilada para quando precisasse ter certeza de que leria algo bom.

 

   O prólogo nos apresenta Dan, que vai em resgate a uma garota atendida pelo centro de assistência social no qual ele trabalha – ela fez uma ligação na qual pedia por ajuda. Chegando lá, ele encontra a equipe de filmagens do programa de Wendy, que desmascara pedófilos que marcam encontros com adolescentes em salas de bate-papo virtuais. Dan acaba fugindo, alegando inocência.

   Ele é inocentado, por fim, mas é morto na frente da jornalista. Sem conseguir a acusação contra a pessoa que ela tem certeza de ser o assassino, ela vai em busca da verdade – Dan realmente era um pedófilo, como tudo indicava, ou seu instinto estava certo, e ele foi vítima de uma cilada?

   Paralelamente, uma adolescente desaparece sem deixar vestígios e, em certo ponto, os dois casos se cruzam, ainda que em circunstâncias suspeitas.

 

   A melhor definição para Coben é a declarada na orelha do livro - “aclamado na França como ‘o mestre das noites em claro’”. Nada mais verdadeiro! O começo foi morno, mas o suspense é tão bem construído que você se encontra refém da história. Eu fui obrigada a largar o livro para dormir, pois precisava acordar cedo no dia seguinte, mas só o consegui depois de quebrar várias vezes a promessa de só mais um capítulo.

   O autor não enfeita a história, e sabe construir seus cenários sem ser prolixo. Em dois parágrafos, ele conseguiu descrever a cena de um acidente tão horrível que me fez largar o livro por um minuto.

   Foi possível, inclusive, detectar críticas a sociedade estadunidense. Como os personagens são pessoas tão normais quanto seu vizinho, nada mais normal do que eles terem os mesmos problemas…

   Gostei muito (ainda que prefira Desaparecido Para Sempre), e só aumentou meu amor por Coben. Além dos livros avulsos, ele tem um personagem fixo – Myron Bolitar – , mas não gosto deste tipo de narrativa (tive uma experiência com Alex Cross, do James Patterson). Pretendo ler Confie em Mim e Não Conte a Ninguém e, enquanto isso, decido se embarco nas aventuras de Bolitar.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

O mês que passou… Julho/2013.

Esta coluna foi inspirada no Garota Que Lê, que por sua vez se inspirou na Audrey, e que eu vi na Kellen. Aqui será recapitulado o que se passou no blog no mês passado!

Lidos em Julho:

  1. Entre o agora e o nunca, J.A. Redmerski;
  2. Coisas Frágeis 2, Neil Gaiman;
  3. Amanhã você vai entender, Rebecca Stead;
  4. Travessia, Ally Condie;
  5. Cilada, Harlan Coben;
  6. Quem poderia ser a uma hora dessas, Lemony Snicket;
  7. Manual para Sonhadores, Nathalie Trutmann;
  8. Encanto, Tricia Hayburn;
  9. O Ritual Musgrave e outras aventuras, Sir Arthur Conan Doyle;
  10. Stardust - O Mistério da Estrela, Neil Gaiman;
  11. A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista, Jennifer E. Smith;
  12. As Virgens Suicidas, Jeffrey Eugenides;
  13. A Irmã de Becky Bloom, Sophie Kinsella.

 

Resenha de Julho:

   Foi um mês muito produtivo! Me faz pensar que a vida tá ao contrário: antigamente, eu escrevia e lia nesse ritmo, e descansava do blog nas férias… Por outro lado, consegui escrever muito além do que postei, então conseguirei me organizar para manter as postagens regulares.

 

Livro favorito de Julho:

“Entre o agora e o nunca” foi o que deixou marcas mais profundas, então fico com ele. Porém, vários outros foram muito bons! Fico feliz por ter quantidade e qualidade.

 

Feitos do mês:

- Já no primeiro fim de semana, pude passar uma noite ótima no bate-papo com o Eduardo Spohr! A maior parte das perguntas foi sobre o trabalho no Jovem Nerd, mas ele é tão carismático e bacana que não me incomodei por isso. Peguei autógrafo no meu A Batalha do Apocalipse e aproveitei pra bater uma foto, claro:

O assunto da semana: os braços do Spohr. - Viajei pra São Paulo, para participar de uma conferência nacional de membros da organização que faço parte. O verdadeiro feito foi pegar 1 ônibus, 2 trens e 1 metrô, sozinha e com mala, para chegar na rodoviária e vir pra casa. A-d-o-r-e-i, mesmo não podendo turistar pela cidade. Tenho planos de voltar lá ainda nesse semestre.

- Fui intérprete de dois professores estadunidenses, que foram visitar a faculdade. Nunca tinha assumido tanta responsabilidade, e algumas vezes eu fiquei sozinha para traduzir. Isso só aumentou minha certeza de que preciso fazer um intercâmbio! :D

- Consegui voltar à velha forma e ler um livro em um dia. Um da série Becky Bloom, por exemplo… mas isso só aconteceu porque eu não conseguiria dormir sem terminar, então adentrava a madrugada imersa na leitura.

 

Goodbye, Julho!
   Não se váááá… ♫ Nunca pensei que me apaixonaria tanto pelas férias! Aproveitei tanto o curto tempo de descanso que me foi concedido… Por outro lado, já não sabia o que mais inventar pra fazer. Só posso esperar que mais meses produtivos de descanso venham até mim.

 

Hello, Agosto!

   Mês do desgosto, mas por causa das coisas que fiz nas férias: estou em crise financeira. Espero conseguir um estágio… Vai ser uma readaptação à rotina, encaixando estudos e trabalho voluntário. Tenho um pressentimento de que ele será mais longo de outros meses…

   Pra compensar, vou viajar hoje e espero me desligar ao máximo de tudo. Tenho dois dias em Pirenópolis para me reabastecer pro segundo semestre!

 

Começo o mês lendo…

   Comecei “A Livraria do Mr. Penumbra” no sábado passado, mas a leitura não flui! Então voltei para “O Teorema Katherine”, e tô revezando.

# - O Teorema Katherine# - A Livraria 24 horas do Mr Penumbra

terça-feira, 30 de julho de 2013

De volta pra estante #96: Após a tempestade.

 

# - Após a tempestade

Nome: Após a Tempestade

Autora: Karen White.

Editora: Novo Conceito.

Comprar: SubmarinoSaraivaFNAC.

 

convidado do blog

   Novidades na área: a resenha de hoje foi feita pelo Ygor Renato, um amigo meu que escreve para o Leitor Maníaco! Ela não tem spoilers, então aproveitem – e tem promoção do livro em breve. ;)

ᴥᴥᴥ

   Após a tempestade conta a história de Julie: sua irmã desapareceu quando ela tinha 12 anos, sendo que a busca nunca terminou. Já adulta, ela conhece Mônica, que lembra muito sua irmã, e acaba se tornando melhor amiga dela. Com vários acontecimentos na sua vida, Julie terá que fazer escolhas que mudarão o rumo das coisas.

   A história contém uma carga emocional bastante pesada; você sente o sofrimento de alguns personagens, e fica explícito o quanto a vida sofrida de uma pessoa pode melhorar ou piorar.

   O livro envolve também cidades e pessoas dos EUA que sofreram com a passagem do furacão Katrina, deixando marcas em suas vidas. A autora diz que teve que pesquisar bastante tanto sobre o furacão Camille, que teve sua passagem na costa dos EUA em 1969, quanto sobre o furacão Katrina que teve sua passagem em 2006: ambos fizeram um estrago geral.

   A personagem principal, de acordo com as consequências ao decorrer, se destaca por ser muito madura e bastante equilibrada mentalmente: não é qualquer pessoa que passaria por tudo que ela passa e continuaria de pé e perseverando.

   O romance é inserido no livro do jeito certo: achei que a autora escreveu muito bem. Ele foi entrando de fininho até tomar finalizar a história.

   Os personagens secundários da série também se mostram maduros e super atraentes; não teve nenhum personagem que eu possa dizer que eu não gostei. Cada um tem sua pitadinha de diferentes personalidades e isso agrada todo tipo de leitor. A autora soube criar o tanto de personagem certo pra esse livro, ficou na medida correta.

   Apesar de suas mais de 400 páginas, dá pra ser lido em 2 dias. É gostoso de ler, emocionante; li sem expectativa nenhuma e que eu me surpreendi muito, recomendo! Eu dei 4 estrelas e meia, só não dei 5 pois achei que faltou algo ali, não sei explicar o que, mas o livro é muito, muito bom mesmo!!

terça-feira, 23 de julho de 2013

De volta pra estante #95: Quem poderia ser a uma hora dessas?

 

#95 - Quem poderia ser a uma hora dessas

Nome: Quem poderia ser a uma hora dessas?

Autor: Lemony Snicket.

Editora: Seguinte.

Comprar: SubmarinoSaraivaFNAC.

“As crianças e os adultos deste mundo estão navegando em barcos completamente separados, só se aproximam uns dos outros quando algum de nós precisa de uma carona ou quando algum deles quer que lavemos nossa mãos.”

   Mal me contive ao saber que poderia ler mais Lemony Snicket depois de Desventuras em Série, desbravadas nesse ano mesmo. Só não li assim que chegou porque Só Perguntas Erradas é uma quadrilogia, e este é o primeiro e único livro publicado até agora.

   Lemony tem 13 anos e concluiu sua formação incomum; agora é hora do trabalho prático, com uma tutora. Da lista de 52 disponíveis, classificados em ordem decrescente de habilidades, ele escolhe justo a quinquagésima-segunda: S. Theodora Markson (e toda vez que você perguntar o que significa S, ela te responderá com uma frase que começa com S). Snicket escolhe a pior pessoa disponível de propósito, e mesmo que haja um motivo por trás disso, nem sempre será fácil aguentá-la.

   Os dois partem para uma cidade que está lentamente desaparecendo por conta de problemas econômicos – Manchado-pelo-mar se baseia na extração de tinta de polvos, que já não produzem como antigamente. Seu cliente quer que uma estátua seja recuperada e afirma que ela tem um valor inestimável, mas acaba-se descobrindo que nada foi roubado. O mistério resolvido desencadeia uma série de outros acontecimentos que requerem atenção, e por mais que no final o principal suspense seja resolvido, o tal objeto ainda não é recuperado, deixando o gancho para o resto da série.

 

   Não pude evitar de dar 2 estrelas para o livro, que se mostrou bastante regular. A leitura foi rápida, mas não senti o ponto alto da história, o momento AHÁ. É bacana acompanhar Lemony desde seus primeiros casos, mas e aí? Quê mais? :(

   Provavelmente vou continuar acompanhando a série, mas ela não será prioridade. Pode ser mal de primeiro livro, como vive acontecendo: o autor não quer entregar muito a história, e fica travando o fluxo narrativo.

domingo, 21 de julho de 2013

Meme – 10 books

Olá! Faz tempo que não posto um meme, e a Kellen me indicou para um muito bacana nessa semana – e que me fez pensar bastante, afinal, como escolher apenas 10 livros favoritos?

 

As regras são:

- Citar o nome de 10 livros que mais gostou.
- Escolher 10 blogs para responder o selo.
- Avisar os blogs escolhidos.
- Falar o blog que lhe escolheu.

 

Então vamos lá – livros que mais gostei:

  1. Orgulho e Preconceito, Jane Austen;
  2. A Culpa é das Estrelas, John Green;
  3. Harry Potter e a Ordem da Fênix, J. K. Rowling;
  4. Em Chamas, Suzanne Collins;
  5. Entre o Agora e o Nunca, J.A. Redmerski;
  6. Tudo o que é sólido pode derreter, Rafael Gomes;
  7. A Linguagem das Flores, Vanessa Diffenbaugh;
  8. Dom Casmurro, Machado de Assis;
  9. Senhora, José de Alencar;
  10. Delírio, Lauren Oliver.

 

   Com certeza essas respostas seriam diferentes em outros dias – variam de acordo com meu estado de espírito. :)

 

   Vou desobedecer algumas regras e deixar aberto para quem ainda não tiver respondido e se interessar; avisem e postem o link, viu?

quinta-feira, 18 de julho de 2013

De volta pra estante #94: Entre o agora e o nunca.

 

#94 - Entre o Agora e o Nunca

 

Nome: Entre o Agora e o Nunca

Autora: J. A. Redmerski.

Editora: Suma de Letras.

Comprar: SubmarinoSaraivaFNAC.

“Coincidência é só o nome que os conformistas dão ao destino.”

 

   A princípio, achei que não gostaria do livro: depois de sair de leituras de fantasia/distopia, não me ajustava à história real traga por Redmerski. Foi uma sensação parecia com sair de um universo muito intrincado e ter que voltar ao dia a dia.

   Para acentuar meu drama, Cam é um poço de amargura: tudo está errado, desde a morte do amor da sua vida, a traição do último namorado, a separação dos pais, a prisão do irmão… Será que dava pra piorar? Ela vive boiando na superfície, seguindo a maré; o máximo que consegue se forçar a fazer é parar de tomar os remédios para depressão (“vou me curar no meu ritmo, e não preciso de um comprimido pra consertar as coisas”). A grande força que faz sua vida andar é sua melhor amiga, Natalie.

   As duas acabam tendo um desentendimento bem frívolo, e Cam resolve ouvir a vozinha interior que grita por atenção. Ela levanta, arruma suas coisas e ruma pra rodoviária, escolhendo seu destino com base no lanche da atendente. É o primeiro passo para se encontrar: destruir todas expectativas. No ônibus ela conhece Andrew, um garoto que está (l)indo se despedir do pai convalescente. A viagem solitária e sem destino deveria guiá-la ao auto-conhecimento, mas quem disse que ela conseguiria deveria seguir sozinha?

 

   Foi apenas uma questão de paciência e desintoxicação. Assim que mergulhei na história, não consegui sair dela e imagino que não a esquecerei tão cedo! Estamos em Julho, entrando de férias e tô morrendo de vontade de viajar. Como não me apaixonar por uma história que se passa na estrada, onde os personagens vão conhecendo cada lugar sem compromisso?

   Ah, eu bem que me aventuraria num ônibus sozinha, se tivesse a chance de encontrar meu parceiro de crimes…

   Esse livro foi um romance bem mais intenso do que esperava.  A autora até inseriu algumas páginas de trollagem no final (que resultaram em lágrimas de revolta e indignação)! Espero poder reler e reencontrar Cam e Andrew – aproveitando para anotar todas referências musicais citadas, pra criar uma playlist. ;)

segunda-feira, 15 de julho de 2013

De volta pra estante #93: Liberta-me.

 

#93 - Liberta-me

 

Nome: Liberta-me

Autora: Tahreh Mafi.

Editora: Novo Conceito.

Comprar: SubmarinoSaraivaFNAC.

 

- E quais são as três perguntas que devem fazer a si mesmos antes de falar?

- Primeira! Isso precisa ser dito? Segunda! Isso precisa ser dito por mim? Terceira! Isso precisa ser dito por mim agora?

 

   Fiquei assustada com o tamanho do livro. No que a trama poderia se desenrolar para justificar a quantidade de páginas?

   Essa pergunta ainda ficou sem resposta. O ponto que me fez desgostar de Estilhaça-me voltou com tudo no segundo volume da série.

 

   Juliette e Adam se encontram no Ponto Ômega, se adaptando ao novo cotidiano e todas as descobertas. É tudo muito amor – eles não estão mais sendo perseguidos, encontraram aliados… Só que alguma coisa tem acontecido com o garoto, que aparenta estar (finalmente) sendo afetado pelos toques de Juliette. Os momentos de felicidade logo são diluídos em pensamentos de culpa, tristeza e desesperança: como ficar com seu amado se isso o prejudica? Do lado de fora, Warner claramente não desistiu de tê-la como arma, e o conflito iminente se aproxima.

 

   Não me alongarei mais sobre a história porque qualquer coisa além pode estragar algumas das surpresas da autora. Sim, são muitos acontecimentos, mas o tipo de escrita – rodeado por reflexões, rodeios, descrições de cenas e de cada movimento do personagem – tornam o livro muito cansativo. Fiquei duas semanas enrolada com ele, até decidir fazer leitura dinâmica, me atendo aos fatos.

   Não me vejo investindo no terceiro volume.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

De volta pra estante #92: a Linguagem das Flores

 

#92 - A linguagem das flores

 

Nome: A Linguagem das Flores

Autora: Vanessa Diffenbaugh.

Editora: Arqueiro.

Comprar: SubmarinoSaraivaFNAC.

“Seu comportamento é uma escolha, não quem você é de verdade.”

   Essa foi mais uma indicação da Luciana (ela e o Felipe têm o dom de me fazer largar a resenha e ir arranjar o livro o mais rápido possível!). Já havia ouvido outros bons comentários, e comecei o livro assim que ele chegou da troca via Skoob.

   Vanessa é uma garota que mora num orfanato, e acorda em seu último dia lá, quando completa 18 anos; seu primeiro presente é uma travessura de outra garota, que a atiça com seu trauma com fogo. A assistente social responsável tem uma postura resignada, e mesmo que ainda tente dar oportunidades para Vanessa, sabe que não dará em nada.

   Saindo do orfanato ela vai para uma espécie de pensão, e está bem desanimada com tudo. Sem emprego, família ou algo que de fato precise de sua atenção, ela nos apresenta sua habilidade com flores, ao cultivar um pequeno jardim em uma praça da cidade. Paralelamente, acompanhamos sua infância, viajando por lares adotivos até chegar em Elizabeth.

   Sua sorte muda quando consegue ser contratada para trabalhar em uma floricultura. A coisa mais incrível é que Vanessa não só conhece as flores, como sabe o significado de cada uma; por isso, quando os clientes faziam seus pedidos, os arranjos iam muito além da beleza.

   Em uma visita ao mercado das flores, ela recebe uma de um dos vendedores… o que acaba sendo uma mensagem!, respondida logo na outra visita. Os dois começam a se comunicar assim, até se encontrarem formalmente e desvendarem a importância de um na vida do outro.

❀ ❀ ❀

   Essa é mais uma resenha que me forcei a fazer – porque o livro é muito bom. Tenho dificuldades para argumentar quanto ao que me faz gostar tanto dele! Mas IMAGINA: você trocar mensagens a partir de FLORES! Isso nesse mundo de sms, Facebook e Whatsapp. É um lindo romance, que sai do comum das histórias do gênero, e que tem um final feliz (sem mortes \o/). E, de quebra, o fim do livro ainda tem um dicionário de flores. ♥ ♥ ♥

terça-feira, 9 de julho de 2013

De volta pra estante #91: Estilhaça-me.

   # 91 - Estilhaça-me

Nome: Estilhaça-me

Autora: Tahreh Mafi.

Editora: Novo Conceito.

Comprar: SubmarinoSaraivaCultura.

“Somos alimentados de mentiras porque acreditar nelas nos torna fracos, vulneráveis, maleáveis.”

 

Juliette está em um hospício e jura que não está louca. Em 264 dias ela não teve contato com mais ninguém, o que na verdade é o motivo por ela estar ali: seu toque incapacita as pessoas e, se for prolongado, pode levar a morte. Relevei todas as semelhanças com a Vampira de X-Men pra não prejudicar a leitura, até porque o cenário procura se apresentar como distópico: a sociedade é governada pelo Reestabelecimento, e a Terra está castigada pelas alterações climáticas, falta de comida e usinas nucleares, sendo Juliette um possível resultado disso tudo (mutação genética).

   Nesse ponto, sua rotina é quebrada com a entrada de um companheiro de cela confinamento, que faz muitas perguntas mas não lhe dá nenhuma resposta. A garota fica a beira de um colapso, com medo de encostar nele e trazer a tona o passado que tenta manter sobre controle. E não só por conta de ocasiões traumáticas, mas porque ela o conhece…

   A escrita é bastante peculiar. A autora usa e abusa de tachados no texto, algo que não tinha visto até então, e não segue uma estrutura regular de construção – ora as palavras seguem continuamente sem nenhuma pontuação mesmo que saibamos que ali atrás cabia uma vírgula… Ora ela corta.

   Juliette é um tanto quanto repetitiva  e com mimimis, me lembrando Katniss Everdeen. Todos sabemos o quanto ela é traumatizada e se odeia, mas daí ficar lembrando disso toda hora e não aproveitar oportunidades pra mudar?

   Ao contrário do que ouvi incontáveis vezes, me peguei gostando da história! Sendo em primeira pessoa, as emoções ficam mais intensas e te conduzem até o fim num piscar de olhos. Tive dificuldades com a escrita, mas já comecei Liberta-me e tô empolgada!

domingo, 7 de julho de 2013

Top 3 trilhas sonoras de filmes.

   Entre as trilhas sonoras temos o film score, que são as músicas de fundo escritas especialmente para os filmes (aquela parte instrumental que vira referência), e as trilhas sonoras compostas por diversas músicas que refletem a história. Hoje trago três trilhas sonoras com músicas normais que ouço sempre, e me lembram o filme como se estivesse assistindo-o novamente. 

 

1. Simplesmente Amor (2003)

   As cenas ficaram tão marcadas pelas músicas de fundo que é impossível não lembrar delas a cada faixa tocada! Ouça aqui.

 

2. (Almost) Alice (2010)

   As músicas foram escritas para compor o CD temático, mas não chegam a tocar no filme. Ele foi lançado antes da estreia nos cinemas, e por isso é chamado de Almost Alice (Quase Alice). Gostei de ver como podemos acompanhar a história através das letras e sons! É um dos CDs que mais ouço durante a semana. Ouça aqui.

3. Jogos Vorazes (2012)

   Também ouço muito, e principalmente nessa época de manifestações. As músicas também foram escritas voltadas para a história, então passam a ideia de ameaças, revoltas, (in)segurança e tudo mais que é tratado em Jogos Vorazes. As gravações também fogem do pop, e por causa disso conheci outras bandas – como The Caroline Chocolate Drops, The Civil Wars e Arcade Fire. Ouça aqui.

 

   Você costuma ouvir trilhas sonoras também?

   Ainda farei um post sobre os film scores, aguarde! ♥

segunda-feira, 1 de julho de 2013

O mês que passou… Junho/2013.

Esta coluna foi inspirada no Garota Que Lê, que por sua vez se inspirou na Audrey, e que eu vi na Kellen. Aqui será recapitulado o que se passou no blog no mês passado!

Lidos em Junho:

  1. Estilhaça-me, Tahereh Mafi;
  2. Liberta-me, Tahereh Mafi;
  3. A Seleção, Kiera Cass;
  4. A Elite, Kiera Cass.

 

Resenha de Junho:

Não posso mais fazer maratona de séries… isso acaba com meu ânimo de leitura!

 

Livro favorito de Junho:
A Seleção! Melhor que o segundo volume, trazendo um conto de fadas situado numa distopia!

 

Feitos do mês:

Sobrevivi à faculdade

- Tomei soro pela primeira vez, e odiei cada segundo.

- Comprei apenas um livro! Vou buscar nessa semana (Jane Austen, a Vampira).

- Passei duas semanas sendo intérprete de dois professores estadunidenses, que visitavam a faculdade. Foi muito legal! Espero ter mais oportunidades como essa.

- Um amigo meu fez aniversário e eu ajudei a organizar – o piquenique teve um Q de Harry Potter!

*3* (esse é o Mark... não é o aniversariante) 

Goodbye, Junho!
   Queria saber por onde andam as festas juninas… porque só fui em UMA! ._. Sei que haverão festas julinas, mas não são a mesma coisa.

   Pra escrever os feitos do mês eu precisei olhar na minha agenda, porque realmente não lembrava… quero dizer, foi ótimo e tal, mas eu vivi só o momento. Agora eu quero algo que realmente impacte meu dia a dia!

 

Hello, Julho!

   Férias! Não posso vê-las, mas quase as sinto! Quero ter tempo pra fazer nada, ler, ver seriados e filmes, sair, viajar… mas ainda assim não quero criar muitas expectativas.   Quanto as leituras, já separei algumas: “Amanhã você vai entender”, de Rebecca Stead, “Coisas Frágeis 2”, Neil Gaiman, “Cilada”, Harlan Corben (sendo procrastinado a 2 meses) e “Will & Will”, do John Green, pro Clube do Livro.

 

Começo o mês lendo…

   Fiquei muito curiosa pelos comentários feitos pelas meninas do Murphy’s Library, e peguei “Entre o Agora e o Nunca” emprestado. O começo foi difícil, porque o livro tem um ritmo e eu não estava nele. Já me ajustei e estou curtindo a leitura.

#94 - Entre o Agora e o Nunca   Como estão os planos para Julho? Férias? Trabalho? Reposição de greve?

quarta-feira, 26 de junho de 2013

De volta pra estante #90: Como um romance.

#90 - Como um romance Nome: Como um romance

Autor: Daniel Peniac.

Editora: L&PM Pocket

Comprar: SubmarinoSaraivaFNAC.

   Você conhece os 10 mandamentos do leitor? Navegando por aí eu descobri que essa lista veio de um livro, e fiquei curiosa para saber mais sobre ele. Tive que comprar pela Estante Virtual, por não encontrar no mercado (hoje já está em todas as lojas, esquece essa resenha e encomende agora!!!).

   Fui envolvida em uma conversa franca com o autor, que compõe seu fluxo narrativo acompanhando a vida de um garoto; este tinha de tudo para ser um leitor, mas se encontra desmotivado em ler uma obra obrigatória para a escola.

 

   É de conhecimento geral que o gosto pela leitura é um processo. Muitas crianças são incentivadas quando pequenas – pelos pais, que abandonam a função assim que a figura do professor assume, que por sua vez pode adotar métodos não-tão-efetivos para incentivar a leitura. O indivíduo acaba se perdendo no caminho.

   Temos a oportunidade de desvendar os mistérios que levam ao bookaholismo. O tal garoto nos conduz por todos os estágios – a formação das primeiras palavras, a empolgação de desvendar os códigos que o cercam e a alegria pela primeira independência alcançada na vida. Nossos caminhos se separaram quando ele se tornou rebelde, mas eu enxerguei meu irmão, alguns amigos e aquele menino custoso da sala de aula. Nem todos resistem.

   É difícil para mim escrever aqui – assim como acontece com todos meus livros favoritos –, mas precisava apresentá-lo ao mundo. É como um filho que não te deixa em paz enquanto não é apresentado a todos os adultos da festa. Seja leitor, professor, pai, tio, padrinho, enfim! Interessado em compreender o que leva pessoas a gastar 100 reais em livros por mês/pegar três livros por semana na biblioteca precisam ler Daniel Peniac, além dos 10 mandamentos já citados.

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