quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Quote, #3.

 

quote 3

 

" - Você não é bonita, Florence - ela me informou, e dentro de mim uma pomba branca agitou-se e caiu morta no chão. - Mas você tem certo encanto que é muito mais importante que a mera beleza."

John Harding – A Menina que não Sabia Ler

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

A revolta da gelatina

   Gosto muito de esmaltes e coisas relacionadas, ou seja, pintar unhas e vê-las lindonas nas minhas mãos. Acho que são um detalhe que salta aos olhos. Para melhorar minha prática eu acompanho sites do assunto, que de vez em quando dão dicas de como fazer a unha ficar mais forte, crescer mais, etc. Em um desses textos, uma vez, foi citado o consumo de gelatinas. Se você comer faz bem pra saúde, por causa do colágeno. Beleza, um dia vou fazer. É tão fácil, né? Pra quem não sabe, pra fazer gelatina você tem que ferver um copo americano de água (250 ml) e, na água fervente, despejar o conteúdo de um pacote de gelatina. Dissolve o pó e coloca mais 250 ml de água fria, mistura e distribui o conteúdo em tigelinhas e coloca na geladeira. Depois de um tempo ela endurece e tá pronto, voilà.
gelatina
Móle, móooóle...
   Fui eu fazer a tal da gelatina. Era mais fácil do que eu me lembrava. Coloquei em copos descartáveis, e deu uma boa quantidade. Ia ficar pronto só a noite, e neste dia eu tinha que ir a um jantar, que era na casa da minha madrinha. Ela acabou me convidando pra passar a noite, e eu dormi lá. E as gelatinas ficaram em casa.
   No dia seguinte eu fui pra casa no fim da tarde. Não tinha me lembrado ainda delas. Quando fui atrás das benditas, achei 2 na geladeira. 2. Que coisa. Não acredito que comeram todas as outras. Não é possível. Se bem que, na verdade, eram 3: eu coloquei uma no congelador, pra ver se endurecia mais rápido, e deixei lá. Está lá até o presente momento.
   Depois de brigar com o povo, por causa do desaparecimento das gelatinas, fui comer uma das que sobraram, mas revoltada. Arre, eu fiz e não ia comer? Humpf.
Valeu, Royal, you guys broken my heart...
Ê povo da Royal, magoei.
   Esta gelatina tinha o meu sabor preferido: cereja. E era da Royal (que tem o Bocão, aquela gelatina vermelha gigante). Coloquei a primeira colher na boca e senti um gosto estranho. Era como se estivesse ingerindo muitos conservantes e tudo mais de coisas artificiais. Hei, pensei, isso era pra ser uma gelatina gostosa, de cereja. Irritado Cadê o sabor bom? Era mais ácido, deixava um rastro de química pela garganta. Não consegui terminar, afinal. Deixei metadinha pra terminar depois.
   E depois, minha língua estava MUITO rosa. Muito mesmo. Queria só ver aquele corante todo sair. Eca.
   Olhando no rótulo, percebo o quanto gelatinas não fazem tão bem assim: em uma colher de sopa encontramos 4% do sódio recomendado para o consumo diário. Eu comi… algumas destas porções. Pelo menos 1/5 do sódio foi ingerido só naquela metade de gelatina. (Estou num combate ao sódio tremendo. Sério, não comam miojo sem consultar o rótulo antes. Quase morri quando vi. Leia isso aqui se quiser saber mais sobre o assunto; pode pular pra parte “Por que exagerar no sódio faz mal?”)
   Então, depois de tanta sede por gelatina, me decepcionei muuuuuito. E eu pensando que havia menos coisas “do mal” na gelatina Royal, porque antes vinha numa caixinha, e o saquinho era bem gordinho; agora a gelatina tá vindo em saquinhos que nem os de suco industrializados.
   Não queria, mas acho que vou ser forçada a me separar deste alimento. Ah, qual é, gelatina é divertida! Ela é molenga, gelada, e engraçada. Mas quase deu pra ela me conquistar. Não foi desta vez. Coração partido

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

De volta pra estante #3: Os Delírios de Consumo de Becky Bloom.

Nome: Os Delírios de Consumo de Becky Bloom (Confessions of a Shopaholic).
Autora: Sophie Kinsella.
Editora: Record.
Comprar: Submarino - Saraiva - FNAC
"É um sonho transformado em realidade. Óculos escuros NK Malone. Mal consigo acreditar. E três pares! Nunca mais vou precisar comprar óculos escuros. As pessoas vão me chamar de 'A Garota dos Óculos Escuros NK Malone'. (E aqueles Armani, que comprei no ano passado, já estão ultrapassados agora. Totalmente fora de moda.) Ah, trata-se de um ótimo investimento."

   Becky simplesmente é uma shopaholic, ou seja, uma viciada em compras. A pessoa é realmente doente; eu fiquei com tanta raiva, que deu vontade de entrar na história e dar uns tapas na cara dela, bater a cabeça no chão, e chamá-la para a realidade...

   Ela começa a história com dívidas, e já tem convivido com elas a um bom tempo. Até criou um sistema pra não se preocupar muito, ou se deixar abalar, que consiste em: 1- “Se eu não ver, não existe.” Isso se aplica às cartas de cobrança que ela recebe dos bancos e lojas. Ela esconde-as na gaveta de sua escrivaninha e nunca mais encosta nelas. 2-“Eu não existo.” Isso é mais para os telefonemas que ela recebe de tais instituições; ela nunca poderá atender, porque está doente, ou está com a tia doente no hospital, ou seja lá o que for. Mesmo assim, ela não desiste/resiste. As vitrines gritam mais forte do que a culpa.

   Nós, leitores, entramos em sua vida neste momento de endividamento contínuo. Becky, então, vai narrando sua vida, a partir de seu ponto de vista. Ela procura se livrar das dívidas, afinal, não é confortável ter sempre alguém no seu pé te cobrando. E é esta luta interna e com o mundo, para pagar as contas e finalmente ser uma profissional bem sucedida, como todos acham que ela é, que nos é mostrado no livro.

   Como em todo chick-lit que se preze, tem a moça que a protagonista não gosta, o cara bonitão, melhor amiga e a família, tudo no contexto agitado de Londres  –  do qual eu faria parte, se pudesse
 –  regado a café e brownies. Um ponto legal no livro são os textos em finlandês, que são enviados de vez em quando à Becky. Se você ler em finlandês, ótimo, se não… procure alguém que possa fazer isso pra você! Eles são apenas um recurso humorístico utilizado pela autora, não chegamos a perder alguma coisa significativa com ele.

   Achei o filme melhor (e ele é um dos meus preferidos!). Eles mudaram a característica de alguns personagens, mas a essência é a mesma.


sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Dia do leitor!

Êeee, parabéns pra geeente!

Fui indicada pela Ana Carolina, do blog O Desafio de Cada Dia, pra receber meu primeiro selo no blog! As regras são: linkar a pessoa que te indicou (aí em cima, ó) e responder a estas seguintes perguntas:

1) Quando e como se tornou um leitor?

Eu me tornei leitora a partir do momento em que aprendi a ler. Acho que de 5 pra 6 anos. Na minha escola tinha muito incentivo a leitura, e em casa também haviam várias coisas ao meu alcance. Foi assim: lia placas, anúncios, rótulos, além dos livros.

2) Lembra do primeiro livro? Se sim, diga qual.

Não lembro do primeeeeiro. Mas uma das primeiras coleções foi a Coleção Gato e Rato. Desses eu lembro mesmo.

3) Como todo dia é dia do leitor, quanto tempo de leitura diária? Quando e onde costuma ler?

O tempo de leitura diária varia. Eu posso passar o dia inteiro lendo, ou então não abrir o livro em questão. Simplesmente depende do livro, do que eu tenho que fazer no dia…

Costumo ler na minha cama, na mesa do computador e se eu saio, leio no ônibus, na sala de espera do dentista…

4) Leitura do momento?

Orgulho e Preconceito, de Jane Austen. Já tinha lido mais da metade, mas tive que abandonar o livro por causa da escola. Agora recomecei do zero, e continua sendo como se fosse a primeira vez!

Vou indicar agora 7 blogs pra ganhar o selo também! Este é um dos critérios, além disso:

By the Way, Dude!

Geek Things

*Portal dos Livros*

Starbucks and Books

Open Mind

No mundo dos livros

Bedshaped.

   Êeee gente! Vamos continuar viajando MUITO nos livros!

meme

Quote, #2.

Mulher sem amor, flor sem sol

   Print do filme “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”. Recomendo, mesmo.

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