Nome: Liberta-me
Autora: Tahreh Mafi.
Editora: Novo Conceito.
Comprar: Submarino – Saraiva – FNAC.
- E quais são as três perguntas que devem fazer a si mesmos antes de falar?
- Primeira! Isso precisa ser dito? Segunda! Isso precisa ser dito por mim? Terceira! Isso precisa ser dito por mim agora?
Fiquei assustada com o tamanho do livro. No que a trama poderia se desenrolar para justificar a quantidade de páginas?
Essa pergunta ainda ficou sem resposta. O ponto que me fez desgostar de Estilhaça-me voltou com tudo no segundo volume da série.
Juliette e Adam se encontram no Ponto Ômega, se adaptando ao novo cotidiano e todas as descobertas. É tudo muito amor – eles não estão mais sendo perseguidos, encontraram aliados… Só que alguma coisa tem acontecido com o garoto, que aparenta estar (finalmente) sendo afetado pelos toques de Juliette. Os momentos de felicidade logo são diluídos em pensamentos de culpa, tristeza e desesperança: como ficar com seu amado se isso o prejudica? Do lado de fora, Warner claramente não desistiu de tê-la como arma, e o conflito iminente se aproxima.
Não me alongarei mais sobre a história porque qualquer coisa além pode estragar algumas das surpresas da autora. Sim, são muitos acontecimentos, mas o tipo de escrita – rodeado por reflexões, rodeios, descrições de cenas e de cada movimento do personagem – tornam o livro muito cansativo. Fiquei duas semanas enrolada com ele, até decidir fazer leitura dinâmica, me atendo aos fatos.
Não me vejo investindo no terceiro volume.