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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Um trauma absurdo.

   Há pouco mais de dois anos, passei a morar em um apartamento. Nem vou entrar no mérito da questão de que foi um choque pra mim – que sempre morei na mesma casa, que tinha quintal, varanda e jardim frontal, etc. Agora tinha que restringir minhas atividades, seguir leis de silêncio… e depender do elevador.

   O prédio é bem tradicional, e os elevadores não são os mais modernos do mundo.

Vista diária   Tá vendo essa janelinha? É o máximo que alguém consegue ver dentro do compartimento sem abrir a porta.

   Ok.

  Nos anos áureos da minha infância/pré-adolescência, eu encontrei um livro na biblioteca e, por não ter nada melhor pra ler, peguei-o. Ele é tão antigo que não achei referências na internet, a não ser essa foto de um vendedor do Mercado Livre:

   Faz muito tempo que li, então me permitam fazer uso da sinopse disponibilizada pelo mesmo vendedor:

Mauro e Leandro, ambos ascensoristas no edifício Império, se desentendem e, um dia, acabam brigando, entrando em luta corporal.  Leandro andava nervoso nos últimos dias, o que foi comentado pelo próprio porteiro do edifício. Acabada a briga, Mauro foi para o terraço do edifício, para o intervalo do lanche. Então, dirigiu-se ao elevador. Quando a porta abriu, Leandro estava lá dentro, caído num canto... morto!" (PETRY, Zahyra de Albuquerque. Um morto no elevador. São Paulo: Pégasos, 1991).

   Poderia ser mais uma leitura vespertina e juvenil, mas alguma coisa  me marcou, porque desde então trago esse trauma comigo: todas manhãs, quando estou saindo pra faculdade (o dia mal amanheceu, tá aquele silêncio sepulcral…), meu coração dá um pulo de ansiedade ao abrir a porta do elevador. Sempre olho com apreensão para o chão; não consigo evitar.

   A ficha só caiu na manhã de ontem, quando mais uma vez passei pelo frio na barriga e me perguntei de onde vinha isso.

 

   Livros: modificando aspectos singulares do seu cotidiano desde o século 15.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

O mundo é das trilogias! – parte 2.

Um é pouco, dois é bom...

   Continuando a lista de trilogias que preciso terminar de ler, temos:

Divergente

Divergente. #3: Allegiant.

   Senti quase a mesma coisa do final de Em Chamas, quando terminei de ler Insurgente. Só que, com Jogos Vorazes, todos os livros estavam comigo e pude me saciar minha curiosidade. Agora, ainda preciso esperar Allegiant sair nos Estados Unidos!! Provavelmente me juntarei a outros amigos e comprarei em inglês.

 

Destino

Destino. #3: Conquista.

   Quando me lembro dessa série, me vem à cabeça a imagem de ventos que balançam os cabelos e deixam um perfume no ar. A leitura é tão leve e cativante! O final de Travessia teve um pouco de ação, e prevejo isso para o desfecho. O que será dos meus personagens?? ♥

   Mais um que tava previsto para o meio do ano e já foi adiado, deus sabe pra quando.

 

Estilhaça-meEstilhaça-me. #3: (ainda sem nome)

   O fim da série ainda não tem nome e, mesmo tendo passado raiva no segundo volume, preciso saber como termina. Já cheguei até aqui mesmo…

 

Delírio

Delírio. #2: Pandemômio – #3: Requiem.

   Sou apaixonada nesses livros; lembram Destino, só que com mais intensidade! O segundo volume já foi lançado aqui no Brasil, mas estou reservando para quando estiver precisando de uma dose de livro bom (e porque o último não saiu aqui ainda, haha).

 

Por hora, são esses que têm tirado meu sono – e a qualquer momento a lista pode crescer. Já cansei de começar alguma obra, inocentemente, me desesperar porque o final se aproximava e não haviam páginas suficientes, e depois perceber que a continuação sai em outro volume! Isso que é gostar de sofrer…

sábado, 10 de agosto de 2013

O mundo é das trilogias! – parte 1.

Tem vezes que dá pra pensar o mesmo de certas séries...

   Já sabem que eu não curto ler séries por conta da minha ansiedade – odeio lidar com não-finais.

   Tsc, tsc, como se isso fosse me impedir de ler…

   Parei para analisar o que tem me deixado nervosa, que histórias ainda não foram concluídas… e só tem trilogias! A maioria, de distopia. São tantas que achei melhor dividir o post em duas partes:

 

A Seleção

A Seleção. #3: The One.

   Ainda bem que a Editora Seguinte se compromete a lançar os livros logo… Essa série nem estava na minha lista de leitura, mas ouvi alguns amigos falarem tanto que peguei os dois primeiro volumes emprestados – e em três dias já estava louca atrás do final. É uma distopia que se passa em um conto de fadas! Muito cativante e ótimo de ler.

 

My Land

My Land. #3: Luz.

    Série antiga que não é muito valorizada pela editora. Tô há quase dois anos esperando o final! Lembro de passar noites em claro, lendo e com medo de dormir. Nunca havia tido contato com histórias de suspense/thriller, e fique abalada, haha.

 

Sereia

Sereia. #3: Dark Water.

   Tenho um fraco por sereias! Sou apaixonada por essa saga, em específico, porque é bem escrita (diferente da Watersong, da Amanda Hocking –.–’) e envolvente, além de ser YA. O lançamento estava previsto para o meio do ano, mas já foi adiado pro final… Ai, essas editoras. 

 

   Você também tá na espera por algum desses livros? Te desafio a analisar suas séries interminadas e observar essa estranha coincidência. 

terça-feira, 7 de maio de 2013

Superpoder: cozinhar!

Não, eu não desisto de virar uma X-Men. Por isso, toda vez que notar algum talento extra que eu tenho, vou comentar sobre ele aqui! x)

Não consigo evitar, comer é meu hobby! 

   Algumas pessoas comem, e outras gostam de comer. Eu me encaixo na segunda categoria! Minha mãe se dedicou completamente à família durante toda minha infância e adolescência, e vem de uma família rural tradicional – que ainda almoça com meu avós todo Domingo. Por isso cresci bem alimentada, tanto porque as refeições sempre eram completas, quanto por ela cozinhar muito bem.

   Quanto mais velhos eu e meus irmãos ficávamos, menos coisas diferentes minha mãe fazia, e a quebra da rotina vinha de ocasionais pizzas e frangos de padaria. Não adiantava eu pedir, ela se dizia cansada e/ou sem tempo.

   Sou uma pessoa extremamente pró-ativa. Se quero alguma coisa, vou lá e faço. Portanto, aos poucos fui me desafiando na cozinha, satisfazendo vontades e aprendendo esta sutil arte. O começo me frustrou muito: fazer arroz ainda é um desafio. Depois veio  feijão, carne, milho refogado, batata frita… Mas tudo isso é básico! Não encaro como cozinhar, e sim como sobrevivência.

   Na sua última visita, no ano passado, uma das minhas tias de São Paulo me disse que cozinhar não tinha segredo: era só seguir a receita.

   Daí quebrei toda resistência ou medo que tinha de comer o que eu queria. A internet tá aí, cheia de dicas e receitas!

Cozinhar em casa... (baseado em fatos reais)    Se estou com vontade, pesquiso uma receita confiável – em sites especializados, com comentários de sucesso – e parto pra execução. Quanto mais experimento, menos erros cometo,e as receitas acabam sendo direções, que podem ser modificadas para alcançar o resultado que eu achar melhor. Aqui em casa não tem nenhum equipamento além do essencial (ainda brigo com meu pai para comprar um espremedor de laranja e mixer), e os ingredientes que uso são os que tão na dispensa.

   No fim, deixo de comer fora, por preços cada vez mais absurdos e qualidade duvidosa, para dividir um pouco do meu talento/boa vontade com a família. (:

   Recomendo:

http://naminhapanela.com/

http://www.comereaprender.info/ (JURO)

http://thecookieshop.wordpress.com/

http://www.cozinhadakika.com.br/ ♥

http://www.nestle.com.br/site/cozinha/receitas.aspx

http://www.panelaterapia.com

   Caso se interessem, posso postar receitas simples de lanches, que é o que costumo fazer. Pipoca doce, danoninho, biscoitos…

Meu priminho lindo, que vive sendo cobaia das minhas receitas! Você sabe que está no caminho certo quando consegue sorrisos como esse.

(e abraços fofos)

terça-feira, 30 de abril de 2013

Um post rápido sobre palavras inventadas.

   Aqui, na terra do pequi, os universitários mais empolgados costumam se referir às suas faculdades como "facool" (faculdade + cool, do inglês, legal) em alguns dias da semana, deixando claro seu humor com a instituição. É uma adaptação de uma abreviação – facul –, também popular.Sem merchan pra Disney, nem gosto desse desenho! xP
   E quando tá chato, acaba virando "faboring" (faculdade + boring, do inglês, chato).

"Onde você tá?"
"Na faboring."


(mensagens comumente trocadas nas segundas de manhã.)

 

 

(acontece em mais algum lugar desse Braseel?)

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

A infinita lista de leitura.

Infinitos livros!
Não adianta olhar pro outro lado, os livros não vão sumir!

   Porque eu vou morrer com livros pra ler (e isso me desespera):

  • Compras acumuladas;
   Não importa quantos livros eu tenho na estante – que poderiam ser relidos, trocados, etc –, se eu ver uma promoção boa, não penso duas vezes. O pior é quanto tem “leve x e o frete é grátis” e semelhantes… São investimentos. E aí tenho que dar jeitinhos para que fiquem bem acomodados.

  • Livros emprestados;
   Uma das maiores vantagens de se ter monstrinhos é a sua influência sobre eles. Então, caso ele esteja cogitando comprar alguma coisa, um comentário como “muito legal esse livro, compre” pode ser o suficiente. Sinta-se à vontade para acrescentar “não li ainda, mas dizem ser bom, então leia logo que também quero”. Assim você se livra da obrigação de providenciar espaço na sua casa e dos gastos. :P
   Falando sério: quem não ama aquele amigo que lê, mesmo sendo obras das quais você nunca ouviu falar? É um bom jeito de descobrir coisas novas.

  • Biblioteca da faculdade/escola/clube;
   Bibliotecas = paixão de infância! O lugar que me ensinou a julgar pela capa, e me apresentou Jane Austen, Marcos Rey, Agatha Christie e tantos outros. Naquela época eu não frequentava livrarias, e ela era minha única fonte de leitura (fora uns amigos ocasionais). Atualmente, ela sacia minha necessidade de: ler tudo disponível de algum autor – como Marion Zimmer Bradley (autora de As Brumas de Avalon), Agatha Christie e José de Alencar; livros caros – Persépolis, Os Miseráveis, alguns da Rocco…; e livros clássicos que conheço só o título, e não sei se vale o investimento – O Velho e o Mar, O Grande Gatsby, etc.
   Ainda tenho muito pra explorar naquelas prateleiras, e tenho de fazê-lo em dois anos!
Estado crítico.
Quando eu morar sozinha, será mais ou menos assim. Preciso que alguém me controle!

  • Livros digitais;
   Com o Kobo, a verdade é essa: SEMPRE terei coisas pra ler. Faço parte do NetGalley, que distribui e-books de autores novos, em inglês; meus queridos clássicos estão em Domínio Público; e finalmente vejo ótimos preços para livros digitais. Eu era do time que apoiava o livro físico em todos os aspectos, mas minha experiência com o e-reader está sendo tão positiva que em um futuro próximo posso pagar R$20 em um e-book (coisa que abominava! Afinal, o Submarino vive com promoções de livros a R$10).

  • Sorteios ganhos;
   Não me considero uma pessoa sortuda, e participo de sorteios só porque não custa nada e vai que, né? É sempre uma surpresa quando ganho, e recebo o livro que for de braços abertos.

  • Parcerias.
   É um item com pouca influência, realmente, mas ainda assim… Se, por algum motivo, as fontes supracitadas forem esgotadas, algumas parcerias do blog se propõem a enviar livros para análise – e a Novo Conceito manda todo mês.

   Eu olho pra isso tudo e em alguns dias isso me motiva. Nos demais, sinto uma pressão esmagadora, que me faz correr de tudo! Tantos livros, tão pouco tempo…

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Retrospectiva 2012: Leituras.

   Comecei o ano desanimada tranquila. Minha meta eram 52 livros, um por semana, e o que viesse tava bom. Aí entrei num desafio, porque não resisto. Fui muito bem! Só não consegui cumprir dois meses – um que pedia uma leitura de um autor do meu estado e um livro que tivesse ganho de presente. Quanto aos outros em geral, passei minha meta há muito tempo. Foram 98 volumes, incluindo releituras! Separei algumas categorias pra comentar.

melhores livros

Séries completas: Jogos Vorazes, Crepúsculo, Percy Jackson, Academia de Vampiros e Senhor dos Anéis.

 

Preferidos:

Jogos Vorazes: porque teve uma trama que nunca vi antes, e a leitura da série abriu uma série de portas que nunca pensei serem possíveis. Sério. Um “I volunteer” que disse esse ano mudou tudo.

 

A Culpa é das Estrelas: John Green escreveu um livro lindo, leve, cativante. Gostei tanto que o reli em menos de 6 meses.

 

Senhora: eu amei³ esse livro. A protagonista tem uma personalidade incrível! E meu primeiro de José de Alencar, autor clássico brasileiro que merece MUITO ser lido.

 

Tudo o que é sólido pode derreter: eu já conhecia a série, e não podia deixar o livro pra trás. Sou apaixonada pela trama, e ela fala de muitos outros livros. Foi assim que li José de Alencar, mais um da Clarice Lispector, etc.

 Autores destaque

Autores: descobri John Green, Carlos Ruiz Zafón e, nessa última semana, Neil Gaiman. Estou apaixonadíssima por todos os três! Melhores descobertas do ano.

Compras: até que foram moderadas. Tive muitos momentos de reflexão, livros emprestados, uso intensivo da biblioteca e trocas.

 

 

 

 

 

 

   Minhas perspectivas para 2013 são boas! Tô perdendo o trauma de acompanhar séries e estou esperando alguns lançamentos. Não vou estabelecer nenhuma meta e não tô em nenhum desafio (por enquanto) pra poder planejar minhas leituras de acordo com minhas necessidades.

2013

Feliz 2013 pra todo mundo! Vamos fazer um ano diferente, sair da zona de conforto, MUDAR! E você sabe que tudo depende de você, certo? Então MÃOS À OBRA. (:

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Como paguei a língua com Crepúsculo.

Chaveiro Crepúsculo    Tudo começou em 2008, quando um amigo fez uma apresentação do livro na aula de Português. Na época, o primeiro filme estava sendo rodado. Cheguei a ir no evento de lançamento de Lua Nova e, pasmem, ainda tenho alguns dos brindes.
   Logo a saga começou a fazer muito sucesso, e com ele vieram as críticas. Não, até hoje não vi nenhum dos filmes; os livros só foram lidos nesse ano; e não li Drácula, Anne Rice ou nada de vampiros “de verdade”. Não falava abertamente, mas julgava em segredo os fãs, apenas endossando o coro. Quanto mais falavam que era bom, mais eu resistia – não por ser do contra, mas aquela comoção em massa me fazia questionar se eu leria porque queria ou porque todos esperavam que eu o fizesse.
   Cedi este ano, ao entrar na faculdade e ver os livros na biblioteca. Minha intenção era ler, achar ruim e poder argumentar melhor contra. Falhei miseravelmente! Acabei passando para o lado dos que defendem. Pode ter certeza de que quem critica não leu – não dá pra comparar Bram Stoker e Stephenie Meyer. São dois autores que tratam dos mesmos seres, mas de formas diferentes. Não é porque um é mais antigo que se tornou a versão “oficial” (até porque é uma lenda).
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Uma das pessoas que pegou o livro na biblioteca empolgou e fez uma arte no capítulo em que spoiler/Bella vira vampira/spoiler. Ficou muito, muito lindo. 
   Enfim, valeu a pena: derrubei esse preconceito, me vacinei contra os próximos, aproveitei o romance e as cenas espirituosas. Em todo meu caminho de descrença, encontrei muitos pontos falhos, mas não tiro o mérito de Meyer de mobilizar tantas pessoas em cima de algo que tinha de tudo para não ir pra frente.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Meu Réveillon.

goodbye, seventeen.
   Já virou costume eu escrever como foi meu último dia de vida antes do meu  aniversário. Nesse ano, resolvi fazer algo diferente: além escrever sobre o ano inteiro, vou publicar o texto.
   É amanhã o dia em que me tornarei responsável pelos meus atos frente a lei. Acredito que, quando perguntarem minha idade e eu responder, as pessoas não ficarão espantadas com o fato de eu já estar na faculdade. Não serei mais tão jovem. Quando o relógio mudar de 23h59 para 0h, poderei usar o título de adulta!
   Foram 366 dias de muitas mudanças: larguei a escola e uma fase para trás, bem como pessoas que se diziam amigas. A partir daí, tive que tomar decisões definitivas, como o vestibular e em qual faculdade entrar. Fiz minha escolha, e não arrependo nem um pouco.
   Aprendi muito! Agora sei resolver um cubo mágico (ainda uso uma cola, mas tá valendo), cozinhar, usar AutoCAD, Excel, jogar vôlei, etc. Faço parte de um Clube do Livro (coisa que nem imaginava ser possível nessa cidade), organizo e vou em eventos periodicamente. Entrei para uma ONG, e mesmo estando lá por pouco tempo, é notável o quanto cresci pessoalmente.
   E amigos… sim, por mais que alguns tenham ficado para trás, tenho a felicidade de ter mantido tantos, e ter feito outros! Aquele que conheci pessoalmente, mas converso (todo dia!) pela internet, o que liga sempre que termina um livro ou tem uma novidade que não dá pra esperar. Aí paro o que estou fazendo e atendo, porque sei que, depois da conversa, o dia vai ficar melhor.
   Foi um ano bom, gratificante. Termino o dia com um sentimento de satisfação, e até saudade dos tempos passados; por outro lado, ter o futuro tão próximo deixa uma incrível expectativa no ar, como se tudo fosse possível. E é.
I may not have gone where I intended to go, but I think I have ended up where I intended to be. (Douglas Adams)
“Eu posso não ter ido para onde pretendia ir, mas acho que eu cheguei onde eu pretendia estar.”
 
   Começo meu décimo-nono ano de vida lendo "O Retrato de Dorian Gray", o que é bastante sugestivo. Afinal, até quando durará minha juventude? Não tanto quanto a de Gray.

   No próximo post eu posso estar tremendamente séria e taciturna. Ou não.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Sonho bookaholic #2, uma reflexão e um compromisso.

Primeiro sonho bookaholic aqui. Engraçado, os temas são recorrentes…

   Antes de dormir eu estava olhando o site da Americanas. Sou tão sem vergonha que faço parte de um grupo no Facebook chamado “Ofertas de Livros”, e alguém postou que lá estava de promoção – e na compra de 3 livros, o frete era grátis. Eu vi um box da Agatha Christie que tô querendo desde lançou, e fui atrás de mais dois livros pra comprar. Tinha colocado “Marina”, do Zafón, no carrinho, e lembrei de duas coisas: a primeira versão do box da Agatha já foi lançado há anos, e continua no mercado com bons preços; e já vi Marina mais barato do que naquela ocasião. (desconsideremos o fato dos zilhões de livros sem ler aqui).

Acordei tão gata que na hora de bocejar, miei (sqn)    O sonho, então, tinha motivo: eu estava numa livraria, provavelmente na Leitura, com um livro pra comprar e em dúvida entre levar Odisseia (da edição da Abril Coleções) ou deixá-lo pra trás. Esse questionamento me persegue há um bom tempo, de verdade. É o único que não comprei, mesmo estando interessada, porque já tenho uma versão em casa (que é adaptada. Não seria melhor ter o livro original?). Não comprei a Odisseia, mas levei o outro livro e uma máscara de papel desse personagem (minha irmã assiste o anime).

   Assim que terminei de pagar, a ficha caiu e eu me perguntei: POR QUE DIABOS eu estou levando essa máscara? E que livro é esse???? Daí acordei.

 

   A sensação que tive foi de que estava em transe. Entrei na livraria, peguei os produtos, comprei e ACORDEI – nos dois sentidos. Tive um momento de revelação: é justamente isso que acontece quando estou no computador. Praticamente todas as minhas compras são feitas pela internet, ainda que eu peça pra entregar na loja, no caso da Saraiva, então é normal eu receber e-mails promocionais. Ao abri-los, passo os olhos em tudo que é ofertado, olho para a parte de livros e pergunto: “Essa promoção vale a pena?”. Muito difícil eu não perder 15 minutos olhando as opções.

   Não faço a pergunta que realmente importa: “Eu preciso disso?”. Notei que estava acumulando livros apenas para ter, e a leitura só aconteceria quando desse. Ao abrir o e-mail, entro em um estado de letargia e faço justamente o esperado: carrego o site, vejo as ofertas, tenho palpitações, e começo a colocar produtos no carrinho. Na hora do check-out, analiso o que está lá e o total, e fecho a página (seria uma metáfora augustiana*?). Ao fazer isso, parte de mim se liberta – aquela angústia de não poder gastar, o espaço na estante que já não tenho mais, a espera pela chegada, o tempo que não tenho pra ler.

   Sim, eu sonho em ter uma biblioteca em casa, mas uma que tenha muito de mim na construção – minhas impressões nos livros, os sentimentos que me marcaram. Não quero comprar porque “meus netos gostariam de ler isso” (até porque isso depende de planos que não constam na minha lista).

   Por isso me declaro de rehab – e é serio dessa vez. Ele consiste em uma regra principal: NÃO COMPRAR. Ainda não consigo deletar os e-mails sem abri-los, mas já tenho experiência em saber no que consiste a promoção, e quantas vezes ela não vale a pena?

   Vai ser difícil, eu sei. Mas tenho motivações, como a tal da estante que não comporta mas ninguém. Espaço tem, mas não fica bonita nem funcional. E tenho objetivos a médio prazo que precisam de investimentos, e estou bastante determinada. Ter comprado apenas dois livros no mês passado me ajuda a pensar que sim, é possível!

   Que a força esteja comigo neste fim de ano.

(*augustiana = referente a Augustus Waters, de “A Culpa é das Estrelas”, de John Green)

terça-feira, 26 de junho de 2012

Porque criar monstros.

Escola de Criação de Bookaholics
Diretora: Luciana Mara.
Coordenadora pedagógica: Miriam Pires

   Então, na aula passada, descobrimos como poderíamos criar monstros fazer mais pessoas se aventurarem no mundo da leitura. Mas por que alguém investiria nisso? Até nosso governo se preocupa pouco com a educação…
   Eu poderia passar horas falando como um povo alienado é facilmente manipulável – e por isso novelas são mais valorizadas que livros :D – , que o poder público poderia lançar ações efetivas de incentivo à cultura, baixar impostos, etc, mas não é esse o ponto. Afinal, com as dicas do post passado, qualquer um pode converter o próximo em um leitor mais frequente (a quem chamamos, carinhosamente, de monstros).
   Alguns motivos para fazê-lo são:
  • "pera, que eu ainda não terminei de ler"   Você será responsável pelos novos horizontes da pessoa. Garantirá-lhe possibilidades para viagens a outros mundos, sem gastar muito! Se alguém fez isto por você, por que não passar adiante?
  • É uma pessoa a mais que vai gostar e vai dar livros de presente em ocasiões especiais.
  • Não faltará assunto entre vocês! Dissertar sobre livros é um caminho com muitas possibilidades, mesmo que acabe em discussões acaloradas…
  • Faz compras pela internet? Olha só que maravilha: convença seu monstrinho a comprar com você, e dividam o frete! :D
  • Ir à eventos literários onde você não conhece ninguém é melhor quando se está acompanhado. E, caso não possa ir, o outro pode levar seus livros pra autografar, pegar brindes…

   Te convenci? Agora não tem mais desculpa. Se junte a nós na luta!

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Como criar um monstro.

   Sim, você leu certo. Eu gosto de criar monstros…, mas não trasgos, lulas gigantes ou minotauros; meus recém-criados dizem respeito a novos bookaholics. Infelizmente, comigo não ocorre aquilo de “o exemplo arrasta”. Sempre li muito, o que não quer dizer que as pessoas se convertiam ao olhar pra mim.
   Eis que chega a hora do ataque! Algumas ações práticas podem te ajudar a convencer outras pessoas a entrarem no mundo da leitura, e permanecerem nele por um longo tempo.
- Conheça a vítima: ajuda muito saber que tipo de filme a pessoa gosta, e as experiências literárias passadas.
 - Não ameace ou force: não dá pra dizer “leia esse livro ou não falo mais com você”. Tem que ser um processo natural (ou pelo menos, a vítima tem que achar isso!).
Meu nome é Fofura! *-*
  - Comece a fazer sutis indicações: se vocês estiverem vendo um filme baseado num livro, e você já o conhecer, comentários como “o livro é muuuito melhor que o filme” já planta a sementinha bookaholic. Diga isso, mesmo que não tenha lido o livro! Vai me dizer que essa afirmação é errada? Também é legal falar que achou tal livro a cara da pessoa, ou que um personagem se parece muito com ela (mas aqui eu prefiro honestidade, hein?).

 - Parta para o incentivo propriamente dito: dê livros de presente, se proponha a emprestar os seus e leve para eventos literários.
   E apesar do que eu disse no começo… seja um exemplo. Aí é com você: andar sempre com um exemplar, trazer o assunto para conversas, ter uma biblioteca…
   Se você tiver mais alguma dica para criar monstrinhos, diga! Toda informação é benvinda! :D
E o resultado é esse!
PS.: Quem me apresentou esse tipo de ser – os monstrinhos – foi a Lu, nesse post! ^-^

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Vida de 3° ano!

   Eu deveria ter postado este texto na semana passada, mas o Blogger saiu do ar - e inclusive apagou alguns posts e comentários pelos blogs por aí. Mesmo um pouco atrasado, o texto continua em dia com a minha vida, e com a de muita gente por aí...

 - Aluno de terceiro ano não dorme, desmaia;
 - Aluno de terceiro ano não come, engole;
 - Aluno de terceiro ano não joga vídeo game, sente inveja dos que jogam; 
 - Aluno do terceiro ano não caminha calmamente para o colégio, ele corre(na maioria das vezes desmaia tempo de mais!);
 - Aluno de terceiro ano não dorme a tarde, ele só olha pra cama;
 - Aluno de terceiro não fica indisposto, fica flagelado;
 - Aluno de terceiro ano não tem agenda cheia, ele se multiplica em quantos for necessário para fazer cursos, aulas extras...
 - Aluno do terceiro ano não tem final de semana, tem reunião com os amigos no colégio para assistir às específicas e domingões;
 - Aluno do terceiro ano não chega disposto no colégio,chega com o rosto amassado.

   Vocês se encontram nesta situação também? O que tem feito para aliviar a pressão? ;-;

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Livros x Ovos de Páscoa!

   Ontem eu vi no twitter da Editora L&PM Pocket um link para um texto do blog deles, e que é muito adequado para este momento de proximidade com a Páscoa. Veja os motivos que eles listaram para trocarmos os ovos de chocolate pelos livros:
image
  1. Enquanto, ao ser levado na bolsa, o chocolate do ovo de Páscoa tem grande chance de derreter, escapar do papel e melecar tudo, um livro pode ficar ali quanto tempo você quiser. De preferência, até o dia que de você termine de lê-lo, é claro.
  2. Um ovo de Páscoa de 300g tem em média 1.600 calorias (alguns até mais)! Em contrapartida, segundo uma pesquisa da cadeia de livrarias britânica Borders, livros de ação fazem a gente gastar duas calorias por minuto, pois suas histórias levam o corpo a produzir mais adrenalina. Agatha Christie e Conan Doyle são, portanto, emagrecedores!
  3. O ovo de Páscoa pode durar de alguns minutos a semanas, enquanto o livro vai durar até a próxima Páscoa. Ou melhor: pode ficar com você por toda vida. Quem sabe até passar pra seus filhos, seu netos, bisnetos…
  4. Um ovo de Páscoa pode ser dividido (apesar de muita gente preferir comer tudo sozinho), mas compartilhar um livro é espalhar conhecimento e emoção…
  5. Livros, apesar de serem feitos de papel, podem ser considerados mais ecológicos, pois não produzem lixo. Já os ovos são embalados em papel alumínio e papel celofane, vem com fita, adesivo, embalagem do recheio…
  6. Você já ouviu falar de alguém que tenha alergia ou intolerância a livros?
  7. Enquanto os ovos de chocolate têm apenas opções do tipo “ao leite”, “meio amargo”, “amargo”, “branco” e “com  flocos”, livros oferecem uma gama enorme de gêneros que vão dos romances aos quadrinhos.
  8. imageEm caso de compras de última hora, ao optar por livros, você não vai precisar entrar em fila, ficar com os “restos” ou brigar com aquela senhora que insiste que o último ovo da Barbie é dela e não seu.
  9. Livros vêm com mais surpresas do que um ovo de Páscoa. Pode ter certeza.
  10. O livro pode ir junto pra cama e, mesmo no caso do sono se abater sobre você, ele não vai sujar o seu lençol. Ah, você também não precisa escovar os dentes depois.
  11. Livros em excesso não fazem mal à saúde. Muito pelo contrário. Já os ovos…
  12. Os livros da Coleção L&PM POCKET custam mais barato do que a maioria dos ovos de Páscoa (bem como vários outros).

   Concordei totalmente com eles! Mas é claro, não dispenso um chocolate. Melhor é que venham os dois! :9

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Meu sonho bookaholic.

dormindo livros
    Olá, como está? Tem dormido bem? Ultimamente eu tenho deitado na cama e CAPOTADO, de tanto sono. Lá pro meio da noite, imagino, começo a sonhar. O que acontece, então, é que na hora de acordar pra ir pra escola eu geralmente interrompo um sonho, na melhor parte. Nesta noite, tive um sonho totalmente bookaholic.

   Lá estava eu, navegando pelo Submarino. Sabe quando aparece, lá embaixo, os últimos produtos vistos? Na lista estava o livro “Crônicas para jovens – de escrita e vida”, de Clarice Lispector. O preço: 10 reais. Surtei, pois o livro geralmente custa 20 reais. Coloquei no carrinho, e quando fui finalizar o pedido, o livro estava a R$4,90! Que nem naquela vez que o Cidade dos Ossos estava neste preço também. Tive um mini-infarto. Pra completar minha felicidade, faltava só  ser frete grátis (sim, para uma compra de R$4,90). Tinha quase certeza de que ia ser frete 0800, quando eu ouço a música…


… que afinal é o meu despertador! Game over, colega! Sem frete grátis, sem livro baratchénho! *chora*
Levantei, desliguei a música no meu celular e me apoiei na mesa do quarto, com a cabeça entre as mãos: não podia ter sido um sonho.
   Passei parte da manhã com isso na cabeça. Agora, só por descargo de consciência, fui lá ver. No Submarino… R$19,90. Nem no carrinho o preço muda. Se alguém quiser me dar de presente… :,)
CRONICAS_PARA_JOVENS_DE_ESCRITA_E_VIDA

quinta-feira, 10 de março de 2011

Seja um autor publicado!

   Hoje eu estava na escola e tudo mais, e uma amiga me chamou para ir buscar uma revista com um professor. Um poema dela tinha saído na publicação, e ela tinha direito a dois. Passamos o dia inteiro falando na expressão “autora publicada”. Não fica legal? Soa tão bem as palavras todas juntas… “sou uma autora publicada”. Chique!
   Por causa disto, resolvi fazer este post falando exatamente de como você pode se tornar uma pessoa com alguma obra sua publicada. Sei que alguns escrevem por prazer, outros gostam de traduzir o que sentem em palavras, e acabam fazendo coisas bonitas. Por que não ver seu material em um livro?
   A editora Andross, parceira do blog, tem um projeto muito interessante para aqueles que estão começando a carreira de escritor. Ela publica antologias, e sempre tem um projeto aberto. Algumas das atuais opções:

elas escrevem

Nome: Elas escrevem – vol. 2
Sinopse: Cada palavra é uma folha; ramos representam frases. Já árvores são textos. Com isso, elas criam florestas cheias de vida, onde habitam histórias e poesias, algumas das quais estão cuidadosamente reunidas neste livro. Arrisque-se entre os galhos espinhosos de um conto de terror ou debaixo de um salgueiro à luz do amanhecer de um belo verso. São elas, as mulheres, águas doces de um rio calmo e veemente, que banham as páginas deste livro.
Prazo de recebimento de textos: Até 30 de março de 2011
Data de lançamento do livro: julho de 2011
Organização: Cristiana Gimenes e Guaraciaba Micheletti
Mais informações aqui.


historias envenenadas
 Nome: Histórias envenenadas – contos de fada de terror
Sinopse: Conhecemos contos de fadas como histórias cheias de magia e fantasia que costumamos contar para crianças. O que muitos não sabem é que eles foram concebidos como entretenimento para adultos e que, em sua forma original, traziam fortes doses de adultério, incesto, canibalismo e mortes hediondas. Com o tempo, diversos autores os suavizaram e acrescentaram lições de moral. Em HISTÓRIAS ENVENENADAS, escritores contemporâneos resgataram todo o horror dos contos de fadas originais em releituras de histórias tradicionais ou novos enredos, que não farão nenhuma criança dormir, mas certamente farão você perder o sono...
Prazo de recebimento de textos: Até 30 de março de 2011
Data de lançamento do livro: junho de 2011
Organização: Chico Anes
Book trailer:




Mais informações aqui.
   Se quiserem saber de outros projetos abertos da editora, podem ir no site deles e dar uma fuçada.
   Entretanto, conheço aqueles que escrevem romances, um gênero que já não é contemplado pela editora Andross. Assim, recomendo que vocês, com a obra pronta, entrem em contato com uma editora! Elas tem uns links assim: “Envio de originais”. Aí você vê o que a editora tem de regras e tudo mais, e mande seu texto! Exemplos: Editora Dimensão, Usina de Letras, Autêntica Editora e Parêntese.
   Em outra oportunidade eu escrevo sobre ‘como se dar bem publicando seus livros’.
   Aproveitem as oportunidades!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Made in Brazil.


    Hoje vou ter o prazer de falar de coisas feitas no Brasil, e que me dão muito orgulho, porque são de muita boa qualidade. E, adivinhem só: se você já viu – ou pelo menos tentou – ver seriados brasileiros, e se decepcionou, tente este do qual vou falar. São curtos episódios (por volta de 20 min), mas, para amantes de livros, é um prato cheio.
   Parei de acompanhar seriados a algum tempo, pois tinha muita coisa pra fazer. Via uns 5 por semana (sim, era muito!). Me libertei! Era muuuito viciada…
    Mas devo confessar que, quando vi a notícia de que haveria uma nova temporada do seriado em questão hoje, gritei, literalmente. Foi a Drica que me deu a boa notícia no blog dela, e quero compartilhar com vocês.
   Ora, ora, estou enrolando demais. Vamos ao que interessa de vez! O seriado se chama…

tudo que é sólido    … que atualmente está reprisando na TV Cultura. Ele conta a história de uma garota, Thereza, uma adolescente que acabou de entrar no Ensino Médio. Ela gosta de ler, e a cada episódio um livro é o tema central.
   Eu não acompanhava a série; enquanto zapeava pela televisão, as vezes dava sorte de estar passando, aí eu parava e assistia. Não cheguei a ver muitos assim; dava o azar de só achar o programa em um dia em que ele estivesse reprisando um que eu já tinha visto. Por fim, certo dia, me lembrei de uma frase que eu vi num desses pedaços que eu assisti, e taquei no Google pra procurar a frase exata, referências, etc. Eis o que ouvi:
Coincidência não, sincronicidade.
   Depois de muito procurar, achei o que queria, e mais ainda. A Cultura disponibiliza os episódios online, para que assistamos. Consegui assistir a temporada inteira! Foi ótimo, porque me atentou para obras brasileiras, grandes clássicos, que eram temas dos episódios. Os meus preferidos foram Macário, Dom Casmurro e O Guardador de Rebanhos. Acho incrível o que o seriado faz: insere a literatura naturalmente na vida dos jovens. Nada de leitura forçada na escola, e tudo mais. Vemos a contextualização da obra no nosso meio, no cotidiano dos relacionamentos.
   Por causa dele me adentrei na poesia gótica de Álvares de Azevedo – que me acompanhou durante um período negro de fossa – , conheci os heterônimos de Fernando Pessoa –  um dia ainda vou criar o meu! – , e redescobri Clarice Lispector.
   Quer saber mais? Olha só:
   Sobre a segunda temporada, vi no Twitter da série que a TV Cultura está trabalhando junto com a Ioiô Filmes para a produção… o problema é a verba! A galera precisa de patrocinadores. Pode ser que ajude ou não, mas tem um abaixo assinado na internet, apoiando a 2ª temporada. Acho mesmo que tem que haver mais episódios, é tão promissor! E com as redes sociais, talvez mais pessoas tivessem acesso à série, uma vez que o canal não é tão popular entre as massas. Fico na torcida, e com um desejo: a Editora Leya vai lançar o livro baseado na série! /pula/
_tudoqueesolido
   O lançamento será no dia 21 de março, com a presença do elenco da série! /pula de novo;-prevê-que-não-vai-poder-ir;-despula-e-desanima/

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Momento explicação.

Vestibular, tarefas, hobbies: como conciliar?
   Olá, queridos leitores. Nesta semana, infelizmente, minhas aulas começaram. Isto significa acordar cedo, chegar tarde em casa, tarefas, revisões, etc, etc. Eu acho que sou capaz de levar bem o blog, não estou tão ocupada assim. O problema é o cansaço. De qualquer forma, peço encarecidamente que vocês entendam quando não postar algum dia. Farei o possível.
   3º ano do Ensino Médio não é fácil. Resolveram deixar para fazer as cobranças todas de uma vez, agora. Mesmo com o vestibular bem ali, para mim seria uma falta de responsabilidade deixar o blog desatualizado. E eu gosto daqui! De vocês, dos comentários, dos outros blogs... Mas nem estou conseguindo mais comentar tanto nos demais blogs como antes! Me desculpo desde já. Eu leio tudo, pelo Google Reader, mas comentar... 
   Então é isso. Algumas coisas diferentes estão para acontecer aqui, acho que gostarão. Tenho me realizado muito, e agradeço a todos vocês!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Mobília bookaholic.

   Na minha casa eu não tenho muita liberdade para mudar o que eu quiser: cama de lugar, mesa, etc. O máximo que eu já cheguei a fazer foi colocar alguns pôsteres na parede… Me resta então viajar pela internet, imaginando meu quarto dos sonhos, com meus móveis lindos e combinando! Ah, uma estante lotada, colorida, com CD’s, DVD’s e lembrancinhas de viagens dividindo espaço com livros. Vou parar de devaneios e mostrar a vocês algumas coisinhas que dariam um toque “cult” no ambiente… E que eu gostaria muito de adquirir, se não fosse a falta de recur$o$…
estante ou não

Estante? Pode até ser… Ou, quem sabe…  mesa e cadeira Mesas e cadeiras!
Imagina um móvel desses?! A gente coloca os livros nos compartimentos, é tão útil! Compraria muitos desses e não teria nenhuma televisão. Dá pra ler, escrever, 2 pessoas lerem, jogarem algum jogo de cartas ou tabuleiro, e parece ser bem compacto…
O site responsável por esse design é italiano, esse daqui: http://www.campeggisrl.it/

   Pra quem divide o quarto com alguém, fica complicado ler antes de dormir, porque geralmente um quer a luz acesa e o outro quer que ela seja apagada. Para resolver esse dilema foram criadas luminárias muito legais e bem funcionais. Vejamos alguns modelos:
estante marcadora   













   Essa é genial. Serve de estante, luminária e marcador de livros! A luz se apaga quando tem um livro em cima. Site aqui. O preço tá meio salgado, mas só de inventarem algo assim já me faz feliz.

marca  e luz marca e apagado
   Esse só serve pra iluminar e marcar mesmo, e também é apagado quando coloca-se o livro em cima. Prefiro a estante anterior, mas se alguém quiser me dar de presente, aceito tranquilamente qualquer um dos dois! Site.
painel luminoso




E esse não chega a ser um móvel; é mais um gadget. Isto é um painel de leitura, que ilumina só a página que se lê. Dá pra regular o brilho e o preço está bom, viu? Se alguém se interessar pode ver aqui.






   Eu tive a felicidade de ganhar uma luzinha de leitura no meu aniversário do ano passado, e garanto que é uma ótima aquisição. A minha gira 360º, é de led e consome pouca bateria. Tem esse grampo que a gente coloca na parte superior do livro, e ilumina a página, e se mudar a posição dá até pra iluminar as duas páginas de uma vez. Uma vez eu prendi no meu cabelo, como se fosse um tic-tac, pra iluminar assim como é feito em cavernas: pra onde a cabeça está virada é onde está iluminando. Se você ainda não sabe que capacete que é, veja aqui.

    Alguém tem algum desses daí?
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